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  <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro técnico (CNPUV)</title>
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  <subtitle>Capítulo em livro técnico (CNPUV)</subtitle>
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  <updated>2026-06-05T11:46:18Z</updated>
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    <title>Estruturação da indicação geográfica e área delimitada.</title>
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      <name>FALCADE, I.</name>
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      <name>TONIETTO, J.</name>
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    <updated>2026-05-10T17:09:52Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estruturação da indicação geográfica e área delimitada.
Autoria: FALCADE, I.; TONIETTO, J.
Conteúdo: O marco regulatório brasileiro atual sobre indicações geográficas (IGs) foi definido pela Lei da Propriedade Industrial, em 1996, que estabeleceu duas modalidades de IGs: a Indicação de Procedência (IP) e a Denominação de Origem (DO) (Brasil, 1996). Conforme a lei, as condições para registro de IGs são estabelecidas pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Na prática, o reconhecimento de IGs brasileiras, por meio do seu registro começou, em 2002, com a Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos, localizada na tradicional região vitivinícola da Serra Gaúcha onde, hoje, se encontram seis IGs de vinhos. A partir dos anos 1980, a região da Campanha Gaúcha, localizada no sudoeste do Rio Grande do Sul, iniciou a estruturação de um novo território do vinho. A evolução vitivinícola e tecnológica, nas três décadas seguintes, estimulou a organização dos produtores e a evolução tecnológica possibilitou que a região passasse a integrar, em 2020, o universo das indicações geográficas brasileiras de vinhos reconhecidas. Este capítulo sintetiza o processo desenvolvido para a estruturação da Indicação de Procedência Campanha Gaúcha, para vinhos finos, bem como apresenta a área geográfica delimitada da região.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sistemas de produção vitícola.</title>
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      <name>SANTOS, H. P. dos</name>
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    <updated>2026-05-10T17:10:51Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sistemas de produção vitícola.
Autoria: SANTOS, H. P. dos
Conteúdo: Na produção vitivinícola, o potencial enológico da uva é um produto direto da tríplice interação videira-clima-solo (Santos, 2006). Ou seja, a qualidade enológica que uma cultivar pode atingir está primeiramente associada às condições de solo e clima da região de cultivo. Contudo, a expressão total deste potencial de qualidade imposto pelo local também é dependente da condução e do manejo que as videiras estão submetidas. No conjunto, todas ações exercidas nos vinhedos desde a implantação correspondem ao “sistema de produção”. Estas englobam os ajustes finos que ocorreram ao longo da história vitícola local, com base em observações e adequações técnicas do manejo. Este aprimoramento natural dos cultivos favoreceu grandes avanços na vitivinicultura mundial (Jackson; Lombard, 1993; Baeza et al., 2005; Kliewer; Dokoozlian, 2005), pois possibilitam que as videiras expressem a influência de cada local sobre a qualidade enológica da uva.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Caderno de especificações técnicas.</title>
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      <name>TONIETTO, J.</name>
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      <name>GUERRA, C. C.</name>
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      <name>FALCADE, I.</name>
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      <name>ZANUS, M. C.</name>
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      <name>BRUCH, K. L.</name>
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    <updated>2026-05-10T17:10:56Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caderno de especificações técnicas.
Autoria: TONIETTO, J.; GUERRA, C. C.; FALCADE, I.; ZANUS, M. C.; BRUCH, K. L.
Conteúdo: O Caderno de Especificações Técnicas (CET) da Indicação de Procedência (IP) de vinhos Campanha Gaúcha, à época de sua elaboração era denominado de “Regulamento de Uso”1. A metodologia de trabalho utilizada para a elaboração do CET (Tonietto et al., 2021) envolveu, no período de 2014 a 2017, etapas de formação e nivelamento dos produtores, operacionalização de um Grupo de Trabalho2 integrado por representantes dos produtores e especialistas das instituições de apoio, internalização, discussão, aprimoramento e aprovação do CET pelos produtores.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Área plantada e volume de produção de vinhedos.</title>
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      <name>MELLO, L. M. R. de</name>
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    <updated>2026-05-10T17:10:48Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Área plantada e volume de produção de vinhedos.
Autoria: MELLO, L. M. R. de
Conteúdo: As propriedades rurais da região da Indicação de Procedência (IP) Campanha Gaúcha são, em sua maioria, grandes, centradas na pecuária e lavouras temporárias, sendo que algumas contemplam atualmente a atividade vitivinícola. Com base na análise das três Microrregiões (MRs) da Campanha - Ocidental, Central e Meridional (ver Figura 2.4), nas quais está contida a maior área da IP, é possível inferir sobre a caracterização das propriedades e atividades econômicas da IP Campanha Gaúcha. Analisando o Rio Grande do Sul como um todo, verifica-se que estas três MRs ocupam 26,81% da área das propriedades do estado. Por outro lado, ao analisarmos somente a área destas três MRs, constatamos que apenas 6,90% da área corresponde a estabelecimentos de base familiar. Esses dados evidenciam que predomina, nestas MRs, a agropecuária de base empresarial (Censo 2017).</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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