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  <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro técnico (CPAF-RR)</title>
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  <subtitle>Capítulo em livro técnico (CPAF-RR)</subtitle>
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  <updated>2026-04-24T05:53:00Z</updated>
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    <title>Distribuição espaço-temporal das cicatrizes de fogo em florestas da região sul de Roraima.</title>
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    <updated>2025-12-21T23:30:14Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Distribuição espaço-temporal das cicatrizes de fogo em florestas da região sul de Roraima.
Autoria: CITÓ, A. C.; XAUD, H. A. M.; PEQUENO, P. A. C. L.; BARBOSA, R. I.; CASTILHO, C. V. de; BARNI, P. E.; XAUD, M. R.
Conteúdo: Na Amazônia, o fogo está intrinsecamente relacionado à atividade humana, seja ele decorrente do desmatamento para fins agrícolas, no caso do preparo da área para o plantio, ou causado por pecuaristas para limpeza de pasto, ao buscar renovar a pastagem e combater ervas espontâneas. Há ainda o fogo causado por pequenos produtores e povos tradicionais, como é o caso do fogo de coivara ou roça (BARLOW et al.; COCHRANE, 2003; 2019, NEPSTAD et al., 1999). O fogo gerado tanto pela queima de áreas em conversão como áreas agropastoris consolidadas pode sair do controle e invadir florestas em pé, reduzindo o número de indivíduos adultos dessas florestas. Ao sair do controle, a queimada pode ser caracterizada como incêndio. Os incêndios de baixa intensidade normalmente atingem o sub-bosque da floresta, sendo o tipo de incêndio que mais ocorre na Amazônia. Entretanto, com a repetição de eventos de fogo em uma mesma região, esses incêndios podem ser mais intensos e assumir comportamentos diferentes. Da mesma forma, incêndios em florestas previamente desmatadas são importantes fontes de combustível para o espalhamento do fogo (BARLOW et al., 2012; BARLOW et al., 2019; XAUD et al., 2013). Estes incêndios podem alterar as características da floresta, atingindo a sua diversidade, a estrutura e a composição das espécies, resultando no domínio de espécies adaptadas ao fogo, com dosséis mais abertos e baixos (CONDÉ et al., 2019; XAUD et al., 2013).</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Equídeos do Brasil: Cavalo Lavradeiro.</title>
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    <updated>2025-11-09T22:02:30Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Equídeos do Brasil: Cavalo Lavradeiro.
Autoria: BRAGA, R. M.; SANTOS, F. C. C. dos
Conteúdo: A primeira descrição sobre os cavalos no Lavrado de Roraima foi feita por Beck e Martins (1986), que consideraram existir cerca de mil animais vivendo em estado asselvajado, em 1980. A intenção destes autores era estudar o comportamento dos “cavalos selvagens de Roraima”. Na ocasião, encontraram animais de pequeno porte, com altura média de 1.36 m, cuja rusticidade seria proveniente da adaptação as condições ecológicas do Lavrado e, provavelmente, animais férteis, tolerantes a doenças e parasitas, velozes, resistentes ao trabalho árduo e ao esforço físico prolongado.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Practices for no-tillage in an improved cerrado area: emergence, survival and initial growth of forest species.</title>
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    <updated>2025-03-16T02:07:25Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Practices for no-tillage in an improved cerrado area: emergence, survival and initial growth of forest species.
Autoria: GIANLUPPI, D.; SMIDERLE, O. J.; SOUZA, A. das G.; MAIA, S. da S.
Conteúdo: Considering that research on survival and growth of forest species via no-tillage in the improved cerrado of Roraima is still scarce, this research adds information to this technique with six forest species regarding emergence, survival and increase in height and diameter of plants over 18 months. In view of the above, the objective was to indicate procedures for direct sowing of tree forest species (pau-rainha, maçaranduba, freijó,jatobá, itaúba and African mahogany) in a cerrado area of Roraima, with the use of shrubby legumes, as a way to dispense with the formation and management of seedlings in nursery and allow the establishment of forest plantations with reduced costs.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Melhoramento genético.</title>
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    <updated>2025-03-16T01:35:15Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Melhoramento genético.
Autoria: PEDROZO, C. A.; WADT, L. H. de O.; CARVALHO, J. E. U. de; BALDONI, A. B.; NASCIMENTO, W. M. O. do; LIRA-GUEDES, A. C.; GUEDES, M. C.; CORVERA-GOMRINGER, R.; AUCA, E. C.
Conteúdo: A castanheira-da-amazônia (Bertholletia excelsa Bonpl.) é uma espécie de uso múltiplo, podendo a madeira ser aproveitada na construção civil; os frutos serem usados na produção de peças ornamentais e de carvão; e as amêndoas, na alimentação ou na fabricação de cosméticos. O maior valor econômico da espécie, entretanto, é atribuído às amêndoas, que se caracterizam como o segundo produto extrativista não madeireiro em importância econômica para a Amazônia brasileira, perdendo apenas para o açaí fruto (IBGE, 2019). Grande parcela da produção mundial de castanha é proveniente do extrativismo em áreas nativas (Homma et al., 2014), sendo o restante obtido de um número reduzido de plantios espalhados ao longo da Amazônia. Esse cenário pode, no futuro, ser alterado, pois tem se verificado, por parte de produtores e empresas, grande interesse pelo cultivo da castanheira, principalmente para uso em consórcios, como os Sistemas Agroflorestais (SAFs). A falta de cultivares selecionadas e recomendadas e as dificuldades encontradas na propagação, principalmente vegetativa, são fatores que limitam a expansão de cultivos da castanheira visando à produção de frutos. Com isso, os poucos plantios existentes são geralmente feitos com material propagativo de origem genética desconhecida, resultando em baixa produtividade e qualidade das castanhas (Baldoni et al., 2019). Características como sanidade, produtividade, precocidade de produção, porte da planta e qualidade nutricional das amêndoas devem ser consideradas durante a seleção de genótipos de castanheira para a produção de frutos. As primeiras iniciativas de melhoramento genético da castanheira foram realizadas pelo IIAP, no Peru, e pelas unidades descentralizadas da Embrapa, na Amazônia brasileira. Esses programas realizam, inicialmente, identificação, caracterização e seleção de genótipos para formação de jardins clonais, que são úteis para conservação de germoplasma e estudos de melhoramento e propagação (Corvera-Gomringer, 2014; Pedrozo et al., 2015, 2017). O aproveitamento do conhecimento e das experiências e preferências de extrativistas e/ou produtores quanto às características de interesse para a seleção de castanheiras, bem como a seleção inicial em castanhais nativos e/ou cultivados, em fase de produção, é considerado no intuito de encurtar o processo de seleção e, consequentemente, a disponibilização de variedades de elevada produção e qualidade de castanhas (Baldoni et al., 2019).</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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