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  <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro técnico (CNPA)</title>
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  <subtitle>Capítulo em livro técnico (CNPA)</subtitle>
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  <updated>2026-07-18T04:41:52Z</updated>
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    <title>Potássio na Agricultura.</title>
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    <updated>2026-07-12T19:36:55Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Potássio na Agricultura.
Autoria: COSTA, M. M. M. N.
Conteúdo: O potássio (K) é um nutriente essencial às plantas e desempenha um papel crucial em muitos processos fisiológicos vitais para o crescimento, a produção, a qualidade e a resistência a estresses em todas as culturas. A maior parte do K no solo não está disponível para a absorção pela planta. O elemento é geralmente classificado em quatro grupos de acordo com a sua disponibilidade: solúvel em água, trocável, não trocável e formas estruturais. O K solúvel em água está diretamente disponível às plantas e aos micróbios, e potencialmente sujeito à lixiviação. O K trocável está eletrostaticamente ligado às superfícies dos minerais de argila e das substâncias húmicas. Essas duas frações são consideradas facilmente disponíveis às culturas. Entretanto, o tamanho de ambos os “pools” é muito pequeno. As formas não trocável e estrutural são consideradas fontes de K lentas ou não disponíveis às plantas. Para a recomendação de adubação potássica, é fundamental a análise química do solo. O K exerce nas plantas as seguintes funções: ativação enzimática, síntese de proteínas, fotossíntese, osmorregulação, transporte no floema, transferência de energia e balanço cátion-ânion. É muito importante o desenvolvimento de plantas mais eficientes em termos de nutrição mineral com K para o desenvolvimento de uma agricultura de baixo insumo, a minimização dos gastos com fertilizantes potássicos e a sustentabilidade. Este trabalho tem como objetivo descrever a dinâmica do K na agricultura com ênfase nas culturas do algodão, do amendoim, do gergelim, da mamona e do sisal.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Agricultura de baixo Carbono.</title>
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    <updated>2026-07-12T19:36:48Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Agricultura de baixo Carbono.
Autoria: COSTA, M. M. M. N.
Conteúdo: Imagine caminhar por um campo onde cada escolha feita - da semente plantada ao alimento entregue - é meticulosamente planejada para reduzir as emissões de carbono e aumentar a sustentabilidade. Isso não é um sonho distante, mas uma necessidade urgente para o futuro do nosso planeta. Cadeias de suprimentos agrícolas de baixo carbono vão além da simples redução de emissões - elas representam uma reformulação completa do sistema para construir resiliência e sustentabilidade desde a base. A agricultura desempenha um papel significativo nas emissões globais de carbono. O setor é responsável por quase 25% de todas as emissões de gases de efeito estufa, sendo a maior parte proveniente do uso da terra, do metano da pecuária e do óxido nitroso dos fertilizantes. No entanto, apesar dos avanços tecnológicos e das práticas, muitas cadeias de suprimentos permanecem ineficientes e opacas, dificultando o rastreamento e a minimização eficazes das emissões de carbono. As cadeias de suprimentos agrícolas tradicionais são complexas e fragmentadas, o que frequentemente leva à falta de visibilidade e responsabilidade na gestão de carbono. Essa complexidade não apenas dificulta os esforços para reduzir as emissões, mas também cria desafios para o atendimento aos requisitos regulatórios e às expectativas dos consumidores em relação à sustentabilidade.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Gessagem do solo com ênfase no algodoeiro.</title>
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    <updated>2026-07-12T09:35:50Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Gessagem do solo com ênfase no algodoeiro.
Autoria: COSTA, M. M. M. N.
Conteúdo: A aplicação de gesso agrícola ao solo tem como objetivo melhorar as suas características nas camadas mais profundas. O gesso possui uma grande solubilidade em água, por isso consegue migrar no perfil do solo de forma rápida. Apesar de não alterar o pH, é capaz de diminuir a fitotoxidez por alumínio em subsuperfície. Isso possibilita um maior crescimento radicular, logo, uma maior absorção de água e nutrientes pelas plantas. O gesso é um subproduto da indústria de fertilizantes fosfatados. Ele é fonte de cálcio e enxofre para as plantas, sendo considerado um condicionador de solo, uma vez que melhora as suas propriedades químicas, físicas e biológicas. O enxofre reage com o alumínio, diminuindo a sua toxidez e possibilitando o aumento do sistema radicular das plantas. A recomendação da dose de gesso a ser aplicada ao solo pode ser baseada nos teores de Ca e Al, de acordo com a análise de solo. Outras recomendações levam em conta, também, a capacidade de troca de cátions. Dosagens excessivas resultam no transporte de nutrientes para as camadas mais profundas, podendo causar deficiência de elementos como magnésio e potássio na superfície. A gessagem na cultura do algodoeiro aumenta a sua produtividade, pois estimula o crescimento das raízes em profundidade e, consequentemente, melhora a absorção de água e nutrientes. Isso propicia maior resistência da planta a déficits hídricos.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Podridão das maçãs do algodoeiro.</title>
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      <name>COSTA, M. M. M. N.</name>
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    <updated>2026-07-12T09:35:50Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Podridão das maçãs do algodoeiro.
Autoria: COSTA, M. M. M. N.
Conteúdo: A podridão das maçãs do algodoeiro é uma patogenia que atinge produtores de algodão do mundo inteiro. Condições climáticas favoráveis como precipitações pluviométricas, umidade relativa do ar e temperatura altas contribuem de sobremaneira para o apodrecimento das maçãs. Trata-se de uma série de doenças causadas por bactérias e fungos que culmina em danos ao fruto, à fibra e à semente. Os patógenos atacam as maçãs do algodoeiro diferentes formas: por lesões provocadas por insetos ou danos mecânicos; através dos estômatos, dos nectários e das suturas de abertura entre os carpelos ou atravessando a parede celular dos frutos. As principais espécies responsáveis por esse dano na cultura do algodão são: Fusarium spp., Diplodia spp., Glomerella gossypii, Xanthomonas spp., Rhizoctonia spp. e Alternaria spp. A doença pode ser agravada por espaçamentos densos de plantio, que restringe o fluxo de ar e a possibilidade de secagem das maçãs. As medidas de controle são: seleção de locais para a instalação da cultura com climas que não propiciem o desenvolvimento da doença; drenagem do solo; seleção de variedades adaptadas à região, com folha tipo Okra, bráctea tipo Frego e ausência de néctar; adubação balanceada e sem excesso de nitrogênio e manejo adequado de pragas.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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