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  <title>DSpace Coleção: Série Documentos (CPPSE)</title>
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  <subtitle>Série Documentos (CPPSE)</subtitle>
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    <title>Compêndio de imagens dos estágios parasitários e das lesões relacionadas à patogenia induzida por Haemonchus contortus em ovinos.</title>
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      <name>BELLO, H. J. S.</name>
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    <updated>2026-04-05T12:31:22Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Compêndio de imagens dos estágios parasitários e das lesões relacionadas à patogenia induzida por Haemonchus contortus em ovinos.
Autoria: OKINO, C. H.; BELLO, H. J. S.; NICIURA, S. C. M.; CHAGAS, A. C. de S.
Conteúdo: O nematódeo Haemonchus contortus parasita o abomaso ovino induzindo lesões locais com diferentes níveis de severidade, dependendo de vários fatores relacionados ao parasita, como a patogenicidade da cepa, e ao hospedeiro, tais como: idade, sexo, raça, variações genéticas, estado fisiológico e estado nutricional. Nesse contexto, a classificação de lesões microscópicas locais na mucosa abomasal, assim como a identificação dos diferentes estágios parasitários, podem propiciar melhor caracterização das interações parasita-hospedeiro. Este trabalho objetivou reunir os principais achados de imagens macro e microscópicas relacionados à patogenia induzida por H. contortus em ovinos, incluindo a classificação em escores de severidade e diferenciação dos estágios e sexos desse parasita. A publicação contribui para o ODS 2 “Fome Zero e Agricultura Sustentável”, ao abordar a patologia e os impactos sanitários da hemoncose em ovinos, fornecendo subsídios científicos que podem contribuir para melhoria do manejo sanitário e sustentável de ovinos. Ademais, alinha-se ao ODS 9 “Indústria, Inovação e Infraestrutura”, especialmente à meta 9.5, ao fortalecer a pesquisa científica e ampliar a base de conhecimento necessária para a inovação em setores estratégicos como a saúde e o agronegócio. Os resultados apoiam a melhoria da produtividade, da renda dos produtores rurais e do bem- estar animal, com reflexos positivos nos aspectos ambiental, social e econômico da cadeia produtiva da ovinocultura. O tema da publicação destaca-se por seu impacto social, ao promover segurança alimentar, garantir a renda rural, a melhoria do bem-estar animal e disseminar conhecimento técnico de maneira acessível.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Adoção de tecnologias de agricultura digital por produtores de soja no Estado de São Paulo.</title>
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    <updated>2026-04-05T12:31:29Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Adoção de tecnologias de agricultura digital por produtores de soja no Estado de São Paulo.
Autoria: DAMASCENO, R.; CARRER, M. J.; VINHOLIS, M. de M. B.; SOUZA FILHO, H. M. de; PAGLIUCA, L. G.; SOUZA, L. A. L. de; DAVID, L. C. da S.
Conteúdo: As tecnologias digitais têm transformado processos produtivos e modelos de negócio em diversos setores ao ampliar a eficiência técnica, estimular a inovação e facilitar o acesso a dados e informações. Na agricultura, essas transformações consolidam-se por meio da incorporação das Tecnologias de Agricultura Digital (TAD), que vêm redefinindo práticas agronômicas e estratégias de gestão (Damasceno et al., 2026). As TAD englobam ferramentas, práticas de gestão e soluções baseadas em dados voltadas ao aumento da eficiência, produtividade e sustentabilidade agrícola (Balasundram et al., 2023). Essas tecnologias abrangem desde sistemas de agricultura de precisão, que integram sensores de campo e sistemas de sensoriamento remoto (incluindo drones e imagens de satélite), até soluções de automação produtiva baseadas em robótica e veículos autônomos, bem como tecnologias digitais voltadas à análise de dados, aplicativos móveis de apoio à decisão, internet das coisas e blockchain (Balafoutis et al., 2017; Shang et al., 2021; Moreno et al., 2024). A adoção dessas tecnologias responde à necessidade de atender à crescente demanda por alimentos, elevando a produtividade, reduzindo o uso de insumos (terra, água e defensivos) e promovendo a conservação ambiental (Blasch et al., 2022; Carrer et al., 2022). Sua difusão vem sendo registrada em diferentes países e contextos produtivos (Barnes et al., 2019; Bolfe et al., 2020). A agricultura brasileira passou por profundas mudanças técnicas e organizacionais a partir dos anos 2000, impulsionadas tanto pela difusão das TAD quanto pela emergência de novas formas de governança nas cadeias agroindustriais. Empresas agrícolas vêm incorporando tecnologias intensivas em dados, como sistemas georreferenciados, sensores remotos, veículos aéreos não tripulados (VANTs) e sistemas integrados de informação gerencial (Carrer et al., 2017; Bolfe et al., 2020; Milanez et al., 2020). No estado de São Paulo, dados do Projeto São Paulo (2017) mostraram que 75% das propriedades rurais utilizavam eletricidade, mas apenas 12,46% faziam uso de computadores e 13,82% acessavam a internet para fins agrícolas. Embora esses números tenham evoluído nos últimos anos, a ausência de estatísticas oficiais atualizadas dificulta a avaliação precisa dessa progressão (Milanez et al., 2020). Ainda assim, pesquisas recentes apontam para a crescente relevância das TAD como ferramentas essenciais no apoio às decisões de gestão agrícola (Bolfe et al., 2020; Carrer et al., 2022; Souza Filho et al., 2023; Mozambani et al., 2023). A soja constitui um dos pilares da produção agrícola brasileira, com safra nacional de 144,5 milhões de toneladas em 2024 (IBGE, 2025). Entre 2000 e 2024, a produção cresceu 340,2%, acompanhada de expansão de 237,4% na área cultivada. No estado de São Paulo, a área de soja passou de 495,8 mil hectares em 2010 para 1,39 milhão em 2024, gerando um valor estimado de R$ 7,5 bilhões, o que posiciona a cadeia como a quinta mais valiosa do estado (IBGE, 2025; Vegro et al., 2025). Apesar dessa relevância, até o momento não foram identificados estudos empíricos que utilizem microdados primários combinados a modelos econométricos para analisar a adoção de múltiplas tecnologias digitais na produção de soja em São Paulo. Projeções do Brasil (2023) indicam acréscimo de 75 milhões de toneladas na produção de grãos e expansão de 14,8 milhões de hectares até a safra 2032/2033. Nesse cenário, a ampla difusão das TAD representa estratégia crucial para utilizar os insumos de forma eficiente e elevar a produtividade agrícola ambiental e economicamente sustentável. O avanço da pesquisa empírica com dados primários é essencial para identificar barreiras à adoção dessas tecnologias e orientar políticas públicas (Damasceno et al., 2026). Muitas TAD apresentam efeitos complementares – como a amostragem georreferenciada de solo, a aplicação de insumos em taxa variável e o mapeamento de produtividade – reforçando a importância de estudos que avaliem múltiplas tecnologias de forma integrada. Além disso, é necessário considerar não apenas aspectos tecnológicos, mas também fatores pessoais e comportamentais dos agricultores, características de gestão, estrutura fundiária e elementos institucionais (Pagliuca et al., 2026).</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Estudo de caracterização de agtechs com atuação no setor de pecuária.</title>
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      <name>DE MORI, C.</name>
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      <name>LEITE, M. A. de A.</name>
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      <name>DIAS, C. N.</name>
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    <updated>2025-08-03T06:19:06Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estudo de caracterização de agtechs com atuação no setor de pecuária.
Autoria: DE MORI, C.; LEITE, M. A. de A.; DIAS, C. N.
Conteúdo: Resumo: A digitalização tem impulsionado inúmeras transformações nos sistemas de produção pecuária: desde a disponibilização de tecnologias que auxiliam os pecuaristas a aumentar a produtividade, otimizar o uso de recursos e minimizar os impactos das atividades pecuárias, enfrentando as incertezas climáticas e de mercado, até o surgimento de novos modelos de negócio e formas de cooperação entre os agentes do setor. A transformação digital compreende tecnologias como big data, internet das coisas, inteligência artificial (IA), sensores, aprendizado de máquina, blockchain, realidade virutal, robótica, dentre outras. Desde a década de 2000, nota-se o crescimento de startups que desenvolvem tecnologias para diversos setores da economia, incluindo as chamadas Agtechs, startups focadas em ofertar soluções inteligentes para o agronegócio. Este estudo caracteriza um grupo de agtechs com atuação em pecuária a partir dos dados coletados no levantamento realizado pelo Radar Agtech Brasil 2023 (Dias et al., 2023). O trabalho oferece uma visão da situação deste segmento e identifica oportunidades e demandas associadas a esta transformação digital em andamento. O leitor encontrará dados que descrevem o perfil dessas agtechs (distribuição geográfica, idade, perfil de recursos humanos, modelo de negócios, entre outros) e as soluções por elas ofertadas, além de uma série de informações acerca de gargalos e perspectivas futuras. Embora seja um estudo exploratório, traz subsídios para compreensão da contribuição destes atores na geração de inovações para o segmento pecuário.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Glossário hídrico para as atividades agropecuárias.</title>
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      <name>PALHARES, J. C. P.</name>
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    <updated>2025-05-04T19:46:47Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Glossário hídrico para as atividades agropecuárias.
Autoria: PALHARES, J. C. P.
Conteúdo: Resumo: A era digital tem como uma de suas características a ampliação das possibilidades de comunicação e acesso à informação. Aumentar a base de acesso a conhecimentos é sempre muito bem-vindo, principalmente, numa era em que o conhecimento flui muito rápido no ambiente online que inclui todas as interações, os conteúdos e as plataformas disponíveis na internet. Na aquisição de conhecimentos, um preceito básico é o embasamento em conceitos teóricos sólidos os quais são fundamentais para entender os conhecimentos a serem adquiridos. A velocidade de aquisição, propiciada pela era digital, não pode ser antagônica ao embasamento conceitual. Atualmente, temáticas como produção de alimentos e conservação e preservação ambiental são tidas como temas quentes por estarem na discussão cotidiana das sociedades e envolverem questões que vão além da técnica, pois também inserem aspectos filosóficos, culturais, ideológicos, sentimentais, econômicos, etc. Fala-se sobre sistemas alimentares e sua sustentabilidade, muitas vezes, sem saber o que compreende um sistema alimentar e o que é sustentabilidade. Para que essas discussões sejam menos acaloradas e, realmente, propiciem a evolução das sociedades e as tomadas de decisão com base nos conhecimentos vigentes, o domínio dos conceitos é etapa fundamental no processo de desenvolvimento. Grande parte dos conceitos ambientais não são novos, já foram propostos e validados pela ciência há muitos anos. Estes também estão amplamente acessíveis, seja na forma física em um livro e/ou digital. O glossário é uma forma de reunir conceitos em uma única fonte de acesso para facilitar a aquisição de conhecimentos pelos usuários. A proposta deste Glossário é apresentar conceitos relacionados aos recursos hídricos e às atividades agropecuárias. A escolha pelo tema água se justifica por ser a agropecuária a atividade humana maior consumidora de água no Brasil e toda forma de produção de alimentos necessitar de disponibilidade de água em quantidade e com qualidade. Em um mundo onde o conhecimento flui muito rápido e em que os desafios hídricos presentes e futuros determinam e determinarão como produziremos nossos alimentos, ou seja, pautando-se pela eficiência e responsabilidade hídrica, dominar os conceitos inerentes ao tema água e agropecuária possibilitará que optemos por soluções mais viáveis nas dimensões ambiental, social e econômica.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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