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  <title>DSpace Coleção: Comunicado Técnico (CPPSE)</title>
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  <subtitle>Comunicado Técnico (CPPSE)</subtitle>
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  <updated>2026-07-28T09:22:39Z</updated>
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    <title>Consumo de água de bebida de vacas em lactação em sistema de compost barn.</title>
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      <name>PALHARES, J. C. P.</name>
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    <updated>2026-07-12T19:37:37Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Consumo de água de bebida de vacas em lactação em sistema de compost barn.
Autoria: PALHARES, J. C. P.; NACIMENTO, R. A.
Conteúdo: Os cenários de escassez hídrica no Brasil, o aumento da rigidez das regulamentações ambientais e a crescente demanda dos consumidores por produtos ambientalmente responsáveis representam desafios significativos para a atividade leiteira. Em vista deste panorama, ter conhecimento do consumo diário de água das vacas em lactação e da eficiência hídrica do sistema de produção é fundamental para a adaptação da unidade produtiva aos desafios ambientais e sociais ((Palhares et al., 2020, 2024). Em paralelo a estes desafios, observa-se um processo de intensificação produtiva das fazendas leiteiras brasileiras para ter maior escala produtiva, entendendo-se que, desta forma, se terá maior viabilidade econômica. No Brasil, este processo de intensificação tem sido caraterizado pela migração para o sistema de “compost barn”, cada vez mais popular e alternativo ao confinamento convencional. Neste modelo, os animais ficam alojados em um galpão coberto sobre uma “cama” que pode ser de serragem, maravalha, palha de arroz, etc. (Ferreira et al., 2024). A função da “cama” é absorver as fezes e urina, além de propiciar conforto para o descanso dos animais (Figura 1). Por ser um tipo de confinamento, o “compost barn” impacta de forma diferente a demanda de água dos animais quando comparado aos modelos mais tradicionais no país, pasto e semiconfinamento. Isso exige que o sistema de captação e distribuição de água seja projetado e dimensionado corretamente para evitar desperdícios ou falta de água. Há uma carência de informações sobre o consumo de água de vacas em lactação no “compost barn”. Considerando que estes animais são a categoria animal que, diariamente, mais consome água em um sistema de produção leiteira, ter referências técnicas deste consumo é necessário para a correta gestão hídrica da fazenda. Esse conhecimento irá embasar a tomada de decisões em cenários de maior escassez hídrica. Nesta publicação apresentamos valores médios do consumo diário de água de vacas em lactação alojadas em sistema de “compost barn” bem como valores de referência para o indicador de litros de água por litro de leite por dia.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>BRS Guatã - nova cultivar de Cajanus cajan.</title>
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    <updated>2026-07-12T19:37:48Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: BRS Guatã - nova cultivar de Cajanus cajan.
Autoria: MATTA, F. de P.; OLIVEIRA, P. P. A.; VERZIGNASSI, J. R.; CASTRO, L. M. de; NOVO, A. L. M.; GODOY, R.
Conteúdo: Resumo: O guandu [Cajanus cajan (L.)] é uma planta leguminosa arbustiva, de grande importância agrícola em vários países da Ásia, da África e da América Latina. Sua popularidade é justificada pela variedade de formas de utilização e pela sua grande rusticidade (Souza et al., 2007). Ela vem sendo utilizada como: forragem para alimentação animal e suplementação proteinada, sendo fornecida picada no cocho, ensilada ou sob pastejo, em especial em locais com escassez de chuva ou na época seca para as demais regiões; adubação verde e recuperação de pastagens degradadas; rotação de culturas e formação de cobertura morta nos sistemas integrados de produção; proteção de culturas recém-estabelecidas aos estresses abióticos como geadas, proteção da incidência solar direta e vendavais e controle de fitonematoides de solo. Seus grãos têm sido utilizados na alimentação humana, em especial na Ásia e na África (Godoy et al., 2022). O guandu constitui alternativa de baixo custo para a suplementação volumosa de bovinos na recria durante a época da seca (Tupy et al., 2023). Para outras espécies forrageiras, conservadas sob a forma de silagens e fenos, os investimentos são maiores em máquinas e equipamentos e há exigência de maior nível técnico do produtor, além dos custos elevados envolvidos nos processos de conservação e posterior distribuição. Em consórcio com gramíneas é possível aumentar a taxa de lotação animal por hectare, uma vez que a planta apresenta produção de matéria seca elevada. Isto proporciona redução na escassez de forragens no período seco do ano e incrementa o ganho de peso animal quando em comparação com o sistema convencional de fertilização nitrogenada e suplementação mineral proteinada (Oliveira, 2022). Acrescenta-se aos benefícios de seu uso, o impacto ambiental positivo, que ocorre em função da biodescompactação do solo, economia de fertilizantes nitrogenados, recuperação de áreas degradadas, diminuição da emissão de metano entérico (Furtado et al., 2023) e o aumento do teor de carbono no solo (Oliveira et al., 2024).</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Aplicação de aprendizado de máquina em imagens termográficas para detecção de mastite subclínica bovina.</title>
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    <updated>2026-07-12T09:35:50Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Aplicação de aprendizado de máquina em imagens termográficas para detecção de mastite subclínica bovina.
Autoria: ZAFALON, L. F.; GUIMARAES, E. da S.; ALVES, T. C.; GARCIA, A. R.; PEZZOPANE, J. R. M.; THOLON, P.; CARACUSCHANSKI, F. D.; SANTANA, R. C. M.
Conteúdo: A mastite é uma inflamação da glândula mamária e pode ser classificada como clínica ou subclínica de acordo com a severidade dos sinais inflamatórios. Apesar da pouca atenção dada pelos produtores de leite à forma subclínica, devido à ausência de sinais macroscópicos de alterações do úbere, esta forma de mastite é a que determina os maiores impactos financeiros à propriedade leiteira (Viguier et al., 2009). Os testes comumente utilizados para o diagnóstico da forma subclínica da doença, como o California Mastitis Test, a condutividade elétrica ou a contagem de células somáticas, apresentam deficiências na identificação da vaca doente, seja pela subjetividade e/ou carência de eficácia, além da necessidade do envio de amostras para exames laboratoriais (Busanello et al., 2017). Assim, métodos que busquem a detecção da forma subclínica de maneira rápida e com alta eficiência diagnóstica são essenciais para o controle da enfermidade, sobretudo se conferirem uma resposta imediata no momento em que as vacas são ordenhadas. Em tempos de escassa mão de obra no campo, sobretudo na bovinocultura leiteira, cresce o interesse por ordenhas robotizadas. Nesses sistemas, a manutenção da qualidade do leite passa pela necessidade de identificação rápida de problemas que interfiram na saúde animal e, consequentemente, na qualidade do produto. Entretanto, o controle visual do úbere e da aparência do leite tornam-se tarefas difíceis de serem realizadas com a ausência de operadores humanos, a menos que dispositivos sejam incorporados a esses equipamentos (Hogenboom et al., 2019). O uso da termografia infravermelha como ferramenta diagnóstica para a detecção precoce da mastite subclínica pode ser promissor. Um corpo que possui uma temperatura superior ao zero absoluto emite radiação eletromagnética no espectro infravermelho. Esta radiação pode ser detectada por meio de uma matriz de sensores e usada para construir uma imagem termográfica onde a intensidade ou a cor de cada pixel é proporcional à temperatura correspondente da superfície observada (Zaninelli et al., 2018). Essa tecnologia vem sendo utilizada em diversas aplicações em Medicina Veterinária (Barros et al., 2015; Silva et al., 2018), dentre as quais a avaliação da saúde do úbere (Santana et al., 2025). Com refinamento e aprimoramento, a termografia infravermelha pode ser uma ferramenta útil e conveniente para o diagnóstico da mastite subclínica. Essa técnica pode compor um método diagnóstico simples não invasivo e eficaz, podendo ser efetuada no local de ordenha (Sathiyabarathi et al., 2016). No entanto, um protocolo para orientar seu uso deve ser desenvolvido, considerando-se os fatores que interferem nas temperaturas do úbere (Digiovani et al., 2016) e algoritmos de classificação de aprendizado de máquina podem colaborar com o avanço no uso da termografia infravermelha para o diagnóstico da mastite subclínica (Santana et al., 2025). Esses algoritmos têm sido usados em diversas aplicações, desde a filtragem de e-mails de spam até a sugestão de filmes em plataformas de streaming (Hyde et al., 2020). Atualmente, as análises e interpretações da termografia infravermelha são realizadas após processamento manual dos termogramas, a partir das quais são calculados indicadores de interesse e elaborados laudos quanti-qualitativos baseados nas interpretações dessas imagens. Assim, interpretações fundamentadas em aprendizado de máquina podem ser desenvolvidas e disponibilizadas para tornar a técnica mais eficiente e, consequentemente, propiciar uma ferramenta robusta para o diagnóstico da mastite bovina, o que é essencial para a elaboração de medidas para a profilaxia e o controle da doença. Esta publicação alinha-se ao objetivo de desenvolvimento Sustentável (ODS 12), da Agenda 2030, que busca assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis e, especificamente até 2030, reduzir pela metade o desperdício de alimentos per capita mundial, nos níveis de varejo e do consumidor, e reduzir as perdas de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento, incluindo as perdas pós-colheita. Ao disponibilizar um método de diagnóstico para doenças de importância econômica como a mastite bovina, padrões de produção de leite com a qualidade regulamentada por normas atuais poderão reduzir as perdas em consequência da doença. As informações disponibilizadas poderão futuramente traçar as condições sanitárias da glândula mamária do animal, até mesmo por meio de dispositivos portáteis com capacidade diagnóstica mais elevada que os tradicionais, possibilitando a obtenção de informações e tomadas de decisão na propriedade rural. Assim, objetivou- -se ampliar informações sobre o uso da termografia infravermelha como ferramenta diagnóstica auxiliar da mastite subclínica, possibilitando processos de automatização para elevação da qualidade do leite.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Coeficientes de culturas forrageiras no Brasil e aplicação para o cálculo da necessidade de irrigação.</title>
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      <name>SOUZA, D. P. de</name>
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    <updated>2026-07-10T10:18:54Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Coeficientes de culturas forrageiras no Brasil e aplicação para o cálculo da necessidade de irrigação.
Autoria: SOUZA, D. P. de; PALHARES, J. C. P.; MENDONÇA, F. C.
Conteúdo: Resumo: A busca pela conservação de recursos naturais como a água e o solo passa pelo aumento da eficiência hídrica e produtiva, tornando-se um dos grandes desafios em sistemas agropecuários. A irrigação faz parte desse contexto e vem sendo adotada em fazendas de pecuária de leite e corte (Figura 1), porém, ainda carece de orientação técnica adequada. Uma das formas de realizar o manejo de irrigação é a adoção do balanço hídrico de cultura, que auxilia na determinação do déficit hídrico e da demanda de irrigação a partir de dados climáticos (radiação solar, temperatura e umidade relativa do ar, velocidade do vento e precipitação pluvial) e das estimativas da evapotranspiração de referência (ETo) e da evapotranspiração da cultura (ETc). Para dimensionar adequadamente a demanda de irrigação, estima-se a ETc utilizando o coeficiente de cultura (Kc) segundo metodologia descrita por Allen et al. (1998) e atualizada por Allen et al. (2006). Na literatura técnico-científica nacional há alguns trabalhos que realizaram a determinação do Kc para diferentes culturas forrageiras, porém, sua aplicação ainda é pouco frequente, pois a informação fica restrita a meios de divulgação científicos e é pouco acessada por técnicos e produtores. O restrito acesso às informações dificulta a adoção do balanço hídrico de cultura em campo. Este Comunicado Técnico tem o objetivo de orientar profissionais agropecuários e produtores rurais na prática do manejo de irrigação de culturas forrageiras utilizando o balanço hídrico do solo com a adoção do Kc para forragens. A publicação também objetiva reunir e apresentar os resultados de vários estudos relacionados à temática de irrigação de culturas forrageiras para servir como um referencial de consulta.</summary>
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