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  <title>DSpace Coleção: Série Documentos (CNPMS)</title>
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  <subtitle>Série Documentos (CNPMS)</subtitle>
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    <title>Produção de soja e milho em sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta.</title>
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    <updated>2026-06-11T14:50:44Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Produção de soja e milho em sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta.
Autoria: MAGALHÃES, C. A. de S.; ZOLIN, C. A.; BEHLING, M.
Conteúdo: O estado de Mato Grosso consolidou-se como o protagonista do agronegócio brasileiro, liderando a produção nacional de soja e milho. Na safra 2023/24, a região alcançou números expressivos, contribuindo com aproximadamente um terço da produção total de ambos os grãos no país. Entretanto, a hegemonia de um modelo agrícola fundamentado na sucessão contínua de soja e milho tem gerado preocupações crescentes quanto à sustentabilidade a longo prazo. A prática intensiva tem provocado a degradação da qualidade estrutural e biológica do solo, além de intensificar a incidência de pragas, doenças radiculares, nematoides e plantas daninhas. Esse cenário, agravado pela alta nos custos de insumos, exige que os produtores busquem modelos de produção mais eficientes que maximizem o uso da terra. Nesse contexto, os sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) emergem como uma estratégia essencial para superar os gargalos do sistema atual. Ao promover o consórcio de diferentes componentes — lavoura, pecuária e silvicultura —, a ILPF permite a recuperação de solos, a manutenção da cobertura vegetal, a diversificação da renda e a otimização dos recursos produtivos. Apesar da complexidade técnica que esses sistemas exigem, sua adoção tem sido incentivada como um modelo de desenvolvimento sustentável. Desde a implementação da Política Nacional de ILPF, em 2013, o Brasil observou uma expansão significativa dessas áreas, superando a marca de 15 milhões de hectares em 2020. Todavia, ainda existe um desafio expressivo em relação à integração do componente florestal, utilizado por menos de 1% dos produtores de grãos, devido ao temor da competição entre árvores e culturas. Superar esse entrave é fundamental para aproveitar o vasto potencial de áreas de pastagens degradadas no país. O uso da ILPF nessas áreas é considerado uma solução estratégica do tipo "poupa terra", permitindo o aumento da produção em terras já antropizadas e evitando a pressão sobre vegetações nativas. Alinhada ao Plano ABC+ e ao Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCPD), a expansão da ILPF figura como um pilar central para que o Brasil cumpra compromissos de redução de gases de efeito estufa, visando dobrar a capacidade de produção de alimentos de forma sustentável na próxima década.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Movimento Central Mineira: a nova fronteira agropecuária e agroindustrial do Brasil.</title>
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    <updated>2026-04-05T12:31:27Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Movimento Central Mineira: a nova fronteira agropecuária e agroindustrial do Brasil.
Autoria: RIOS, S. de A.; DURAES, F. O. M.; MIRANDA, R. A. de; LANDAU, E. C.; GUIMARAES, D. P.; COSTA, T. C. e C. da; CHAVES, F. F.; SILVA, A. F. da; ROCHA, L. M. P. da; VIANA, G. F.
Conteúdo: O Brasil se destaca como uma potência global em agropecuária e conservação ambiental. Neste cenário, o estado de Minas Gerais possui ativos estratégicos, notadamente na sua região central e noroeste, com significativo potencial para o desenvolvimento econômico sustentável. A conjugação de agendas globais, que demandam soluções integradas para alimentação, nutrição, saúde e bem-estar, com a dinâmica de mercados e o perfil empreendedor do estado, sinaliza a necessidade de articulação institucional e parcerias multissetoriais (PPP). A atuação de instituições públicas e privadas como vetores de transformação social e territorial tem se mostrado uma condição essencial para o desenvolvimento planejado. No contexto da ciência com propósito a Embrapa Milho e Sorgo, em articulação com parceiros, tem estabelecido novas sinergias institucionais em Minas Gerais, buscando a construção de cenários inovadores fundamentados em inteligência territorial estratégica e governança multissetorial integrada. Nesse sentido, o presente estudo visa conceituar e realizar a identificação geográfica e metodológica adequada para a caracterização do Movimento Central Mineira (MCM). O MCM é uma nova fronteira agropecuária e agroindustrial no Brasil, abrangendo o eixo territorial da região central para o noroeste de Minas Gerais, referenciada por dez municípios de irradiação (Belo Horizonte, Sete Lagoas, Curvelo, Três Marias, Abaeté, Pirapora, Patos de Minas, João Pinheiro, Paracatu e Unaí). A análise dos quadros naturais e das dinâmicas de oportunidades para o MCM, com foco em cadeias produtivas de valor como grãos e proteína animal, oferece elementos cruciais para a delimitação territorial do Movimento Central Mineira, com vistas a oferecer suporte à formulação de políticas públicas e mobilizar parceiros para o uso racional de recursos e o desenvolvimento econômico sustentável do eixo. O estudo contribui com o compartilhamento de inteligência estratégica para promover a modernidade e a competitividade socioeconômica produtiva da região.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Programa Milho Baixo Carbono: produtividade e sustentabilidade.</title>
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    <updated>2026-03-15T17:56:50Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Programa Milho Baixo Carbono: produtividade e sustentabilidade.
Autoria: SILVA, A. R.; SILVA, A. F. da; RESENDE, A. V. de; MAGALHÃES, C. A. de S.; SANTANA, D. P.; DEBIASI, H.; MATSUURA, M. I. da S. F.; GONTIJO NETO, M. M.; RAMOS, N. P.
Conteúdo: O milho é um dos cereais mais consumidos no mundo e ocupa posição de destaque tanto na economia quanto na segurança alimentar global. Sua importância vai além da alimentação humana e animal, alcançando também a produção de biocombustíveis, biomateriais e produtos químicos, que contribuem para a diversificação da matriz energética e para o desenvolvimento de uma economia mais sustentável. Atenta a esse cenário e aos desafios impostos pelas mudanças climáticas, a Embrapa Milho e Sorgo criou o Programa Milho Baixo Carbono, iniciativa pioneira voltada para o desenvolvimento de protocolos e métricas que viabilizam a certificação da produção de milho em sistemas sustentáveis. Esse programa busca promover práticas agrícolas que reduzam as emissões líquidas de carbono, aprimorem a eficiência produtiva e fortaleçam a resiliência dos sistemas de cultivo, assegurando o abastecimento alimentar para uma população em constante crescimento. Ao definir e incentivar modelos de produção de milho com baixa emissão líquida de carbono, o programa abre caminho para a obtenção de certificações de sustentabilidade pelas empresas do setor. Entre as práticas estimuladas estão o sistema plantio direto, a rotação de culturas, o manejo eficiente de fertilizantes, o controle integrado de pragas e doenças e o uso racional da água — ações que contribuem para a redução das emissões de gases de efeito estufa, a conservação dos recursos naturais e a melhoria da qualidade do solo e da biodiversidade. A criação do Programa Milho Baixo Carbono representa um marco para o fortalecimento da produção agropecuária no Brasil, pois oferece alternativas concretas frente aos impactos das mudanças climáticas e amplia as oportunidades de inserção competitiva do milho brasileiro em mercados cada vez mais exigentes em termos de sustentabilidade. Com satisfação, apresentamos esta publicação, que reúne as bases e diretrizes do Programa, confiantes de que será uma referência para pesquisadores, técnicos, produtores, empresas e formuladores de políticas públicas. Trata-se de mais um passo no compromisso da Embrapa de gerar conhecimento, inovação e soluções sustentáveis para a agricultura e para a sociedade brasileira.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Programa Sorgo Baixo Carbono: multifuncionalidade e sustentabilidade.</title>
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    <updated>2026-03-15T17:56:58Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Programa Sorgo Baixo Carbono: multifuncionalidade e sustentabilidade.
Autoria: MAGALHÃES, C. A. de S.; SILVA, A. F. da; RESENDE, A. V. de; SILVA, A. R.; SANTANA, D. P.; DEBIASI, H.; MATSUURA, M. I. da S. F.; GONTIJO NETO, M. M.; RAMOS, N. P.
Conteúdo: O sorgo vem conquistando espaço de forma acelerada na agricultura brasileira, consolidando- se como uma das principais opções de cultivo na segunda safra. Essa expansão demonstra não apenas a versatilidade e a resiliência da cultura, mas também seu papel estratégico para a segurança alimentar, a diversificação produtiva e a competitividade do agronegócio nacional. Diante das crescentes demandas de mercados cada vez mais exigentes em relação à sustentabilidade, a Embrapa Milho e Sorgo dá início ao desenvolvimento de métricas e indicadores para apoiar a certificação da produção de sorgo em sistemas de baixa emissão de carbono. Trata-se de um esforço que une ciência, inovação e responsabilidade socioambiental, visando consolidar o Programa Sorgo Baixo Carbono como uma referência para a agricultura brasileira. Este documento apresenta as bases científicas e operacionais que fundamentam a implementação do Programa. A iniciativa, conduzida pela Embrapa Milho e Sorgo em colaboração com diversos especialistas, representa um avanço expressivo na adoção de sistemas produtivos mais eficientes e ambientalmente responsáveis, fortalecendo o papel do sorgo como cultura estratégica na mitigação dos impactos ambientais da agropecuária. Com critérios técnicos e científicos robustos, o Programa Sorgo Baixo Carbono permitirá que produtores e empresas sejam reconhecidos por práticas sustentáveis, garantindo maior competitividade e contribuindo para um modelo de produção agrícola alinhado às demandas globais de sustentabilidade e descarbonização. Ao apresentar esta publicação, a Embrapa Milho e Sorgo reafirma seu compromisso com a geração de conhecimento, a inovação tecnológica e o desenvolvimento de soluções que impulsionem a agricultura brasileira rumo a um futuro mais sustentável. Estamos certos de que este material será uma valiosa referência para produtores, pesquisadores, técnicos e formuladores de políticas públicas, estimulando o uso responsável dos recursos naturais e a valorização da cadeia produtiva do sorgo.</summary>
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