<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção: Séries Anteriores (CNPMF)</title>
  <link rel="alternate" href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/315" />
  <subtitle>Séries Anteriores (CNPMF)</subtitle>
  <id>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/315</id>
  <updated>2026-04-26T21:04:04Z</updated>
  <dc:date>2026-04-26T21:04:04Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Controle químico dos agentes causais da gomose de Phytophthora através de fungicidas sistêmicos.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/637706" />
    <author>
      <name>OLIVEIRA, A. A. R.</name>
    </author>
    <author>
      <name>SANTOS FILHO, H. P.</name>
    </author>
    <author>
      <name>SILVA, M. J.</name>
    </author>
    <id>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/637706</id>
    <updated>2025-07-20T16:14:30Z</updated>
    <published>1981-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Controle químico dos agentes causais da gomose de Phytophthora através de fungicidas sistêmicos.
Autoria: OLIVEIRA, A. A. R.; SANTOS FILHO, H. P.; SILVA, M. J.
Conteúdo: A gomose dos citros ou podridão do pé, causada por fungos do gênero Phytophthora, principalmente Phytophthora citrophthora (Sm. &amp; Sm.) Leonian e P. parasitica Dastur, constitui a mais importante doença fúngica das plantas cítricas e um dos fatores limitantes da citricultura nacional. No Brasil, a doença ocorre há muito tempo, com importância relativa no passado porque o seu controle estava assentado na utilização do porta-enxerto laranja 'Azeda' (Citrus aurantium Linn), considerado resistente à enfermidade, mas inviabilizado, por formar, quando enxertado com as variedades comerciais de laranja doce, pomelo e tangerina, combinações suscetíveis à "tristeza".</summary>
    <dc:date>1981-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Colheita tardia nas cultivares natal e valencia, na região do Recôncavo Baiano.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/637738" />
    <author>
      <name>COELHO, Y. D. S.</name>
    </author>
    <author>
      <name>FILHO, C. A. P.</name>
    </author>
    <id>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/637738</id>
    <updated>2025-07-20T16:14:34Z</updated>
    <published>1981-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Colheita tardia nas cultivares natal e valencia, na região do Recôncavo Baiano.
Autoria: COELHO, Y. D. S.; FILHO, C. A. P.
Conteúdo: A manutenção dos frutos na árvore após terem atingido a maturação de colheita apresenta em geral reflexos negativos na floração e safra subsequente. No Estado de São Paulo admite-se que o retardamento de um mês na época normal de colheita de frutas da laranjeira 'Baianinha' pode determinar uma redução de 1/2 a 1 caixa na produção do ano seguinte. Na Califórnia, estudos sobre os efeitos da colheita tardia no comportamento da laranja 'Valencia' evidenciaram que colheitas precoces resultam em maior produção do que as tardias. Segundo as observações, quanto mais cedo os frutos são removidos maior a disponibilidade de carboidratos para a próxima safra, visto que os frutos velhos mantém o consumo de carboidratos, enquanto permanecem na árvore.</summary>
    <dc:date>1981-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Controle químico da broca do fruto do abacaxizeiro.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/637708" />
    <author>
      <name>REINHARDT, D. H. R. C.</name>
    </author>
    <author>
      <name>SANCHES, N. F.</name>
    </author>
    <id>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/637708</id>
    <updated>2025-07-20T16:14:47Z</updated>
    <published>1981-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Controle químico da broca do fruto do abacaxizeiro.
Autoria: REINHARDT, D. H. R. C.; SANCHES, N. F.
Conteúdo: A broca do fruto (Thecla basilides Geyer, 1837) constitui-se na principal praga da cultura do abacaxi no Brasil, causando elevadas perdas na maioria das regiões produtoras. Levantamentos periódicos efetuados nas zonas produtoras mais importantes do Estado da Bahia, mostraram sintomas de ataque em 14,7 a 58,6% dos frutos, em 1977, e 57% e 74% em maio e junho de 1978, respectivamente, o que contribuiu para a queda da produtividade e a redução do valor comercial do produto (REINHARDT, 1980). O adulto, uma pequena borboleta, deposita os ovos sobre a inflorescência. A lagarta que eclode do ovo, cerca de cinco dias após a sua postura, penetra geralmente através da base carnosa das escamas das inflorescências, abrindo galerias em seu interior e, após um período de 13 a 16 dias, dirige-se à parte inferior da folha, onde se transforma numa pupa amarelada dentro de 1 dia, surgindo o adulto após cerca de 9 dias, completando o ciclo de 23 a 32 dias (SANCHES, 1980).</summary>
    <dc:date>1981-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

