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  <title>DSpace Communidade: Embrapa Milho e Sorgo (CNPMS)</title>
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  <subtitle>Embrapa Milho e Sorgo (CNPMS)</subtitle>
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    <title>Movimento Central Mineira: a nova fronteira agropecuária e agroindustrial do Brasil.</title>
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    <updated>2026-04-05T12:31:27Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Movimento Central Mineira: a nova fronteira agropecuária e agroindustrial do Brasil.
Autoria: RIOS, S. de A.; DURAES, F. O. M.; MIRANDA, R. A. de; LANDAU, E. C.; GUIMARAES, D. P.; COSTA, T. C. e C. da; CHAVES, F. F.; SILVA, A. F. da; ROCHA, L. M. P. da; VIANA, G. F.
Conteúdo: O Brasil se destaca como uma potência global em agropecuária e conservação ambiental. Neste cenário, o estado de Minas Gerais possui ativos estratégicos, notadamente na sua região central e noroeste, com significativo potencial para o desenvolvimento econômico sustentável. A conjugação de agendas globais, que demandam soluções integradas para alimentação, nutrição, saúde e bem-estar, com a dinâmica de mercados e o perfil empreendedor do estado, sinaliza a necessidade de articulação institucional e parcerias multissetoriais (PPP). A atuação de instituições públicas e privadas como vetores de transformação social e territorial tem se mostrado uma condição essencial para o desenvolvimento planejado. No contexto da ciência com propósito a Embrapa Milho e Sorgo, em articulação com parceiros, tem estabelecido novas sinergias institucionais em Minas Gerais, buscando a construção de cenários inovadores fundamentados em inteligência territorial estratégica e governança multissetorial integrada. Nesse sentido, o presente estudo visa conceituar e realizar a identificação geográfica e metodológica adequada para a caracterização do Movimento Central Mineira (MCM). O MCM é uma nova fronteira agropecuária e agroindustrial no Brasil, abrangendo o eixo territorial da região central para o noroeste de Minas Gerais, referenciada por dez municípios de irradiação (Belo Horizonte, Sete Lagoas, Curvelo, Três Marias, Abaeté, Pirapora, Patos de Minas, João Pinheiro, Paracatu e Unaí). A análise dos quadros naturais e das dinâmicas de oportunidades para o MCM, com foco em cadeias produtivas de valor como grãos e proteína animal, oferece elementos cruciais para a delimitação territorial do Movimento Central Mineira, com vistas a oferecer suporte à formulação de políticas públicas e mobilizar parceiros para o uso racional de recursos e o desenvolvimento econômico sustentável do eixo. O estudo contribui com o compartilhamento de inteligência estratégica para promover a modernidade e a competitividade socioeconômica produtiva da região.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sorgo granífero e agricultura de baixo carbono (Programa ABC): alimentos, rações e bioenergia.</title>
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    <updated>2026-03-29T12:29:11Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sorgo granífero e agricultura de baixo carbono (Programa ABC): alimentos, rações e bioenergia.
Autoria: TARDIN, F. D.; QUEIROZ, V. A. V.; MAGALHÃES, C. A. de S.; SILVA, A. R.
Conteúdo: No Brasil, a cultura do sorgo ganhou destaque a partir da década de 1970, mas sua expansão recente é notável, com a área plantada e a produção aumentando expressivamente nas últimas cinco safras. O crescimento tem sido continuado, e a produção média anual do sorgo no Brasil mais que dobrou entre os períodos de 2002-2021 e 2022-2025, atingindo quase 7 milhões de toneladas de grãos, segundo a Conab (2025). Apesar do crescimento, o uso de sorgo na indústria brasileira de rações ainda é conservador, representando apenas cerca de 3% do volume de milho consumido, um valor abaixo da média mundial. Entretanto, têmse vantagens competitivas em perspectiva, sendo o sorgo uma opção de baixo custo e mais segura para o produtor, especialmente em um cenário de mudanças climáticas, pois possui maior resistência a adversidades como a seca, o que o torna uma alternativa viável para a segunda safra (safrinha).</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sorgo-energia: sacarino, biomassa lignocelulósica e amiláceo.</title>
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    <updated>2026-03-29T12:29:11Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sorgo-energia: sacarino, biomassa lignocelulósica e amiláceo.
Autoria: SIMEONE, M. L. F.; PARRELLA, R. A. da C.
Conteúdo: O sorgo é o quinto cereal mais importante do mundo e a base alimentar de cerca de 500 milhões de pessoas. Além de alimento e ração, é considerado uma cultura promissora para biocombustíveis, sendo amplamente cultivado como sequeiro em ambientes que variam do tropical ao temperado</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sorgo: matéria-prima e produtos para alimento, ração e bioenergia no Brasil e no mundo.</title>
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      <name>MENEZES, C. B. de</name>
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    <updated>2026-03-29T12:29:10Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sorgo: matéria-prima e produtos para alimento, ração e bioenergia no Brasil e no mundo.
Autoria: RIOS, S. de A.; FURTINI, I. V.; DURAES, F. O. M.; MENEZES, C. B. de
Conteúdo: O objetivo dessa publicação é demonstrar que o sorgo agrega valor ao negócio agroindustrial e é alternativa para nichos de mercado, especialmente para alimentos funcionais, rações, bioetanol e cogeração de energia. Também, procura-se focar na trajetória e oportunidades para as alternativas de avanços e usos dos diferentes tipos de sorgo – em genética de cultivares, sistemas de produção sustentáveis, avanços de conhecimento e arranjos agroindustriais, buscando alavancar, via programa nacional de desenvolvimento de sorgo, em bases modernas e na parceria público-privada, novas agendas de pesquisa, empreendedorismo e desenvolvimento produtivo, alianças para inovação agropecuária, fundos de participação público-privada e expansão de negócios de base tecnológica.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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