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  <title>DSpace Coleção: Folder / Folheto / Cartilha  (CNPF)</title>
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  <subtitle>Folder / Folheto / Cartilha  (CNPF)</subtitle>
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  <updated>2026-06-03T09:10:57Z</updated>
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    <title>Riscos climáticos para a olivicultura no Estado do Paraná.</title>
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      <name>WREGE, M. S.</name>
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      <name>OLIVEIRA, L. G. A. de</name>
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    <updated>2026-06-01T08:18:26Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Riscos climáticos para a olivicultura no Estado do Paraná.
Autoria: WREGE, M. S.; OLIVEIRA, L. G. A. de; NITSCHE, P. R.; BOGNOLA, I. A.; SOARES, M. T. S.; FRITZSONS, E.
Conteúdo: O interesse pelo cultivo de oliveira no Brasil não é recente, mas as informações sobre seu cultivo não avançaram no mesmo grau de interesse, faltando informações básicas sobre as cultivares, atentando para a necessidade de montar uma rede de experimentação, a fim de avaliar a tolerância da oliveira aos riscos climáticos e em que condições específicas de clima pode alcançar produtividades sustentáveis. Assim, o objetivo deste trabalho foi o de avaliar os riscos e os indicadores climáticos relacionados à produção de algumas cultivares de oliveira no Estado do Paraná e, com base nisto, criar classes indicadoras de risco para dar suporte à tomada de decisão sobre onde e quando plantar. Para este fim, foram calculadas as somas de horas de frio necessárias ao processo de invernalização com temperaturas inferiores a 12,5°C no período de abril a julho, a soma de temperaturas superiores a 10°C no período entre janeiro e abril, necessárias ao crescimento e maturação dos frutos, e a probabilidade de ocorrerem temperaturas mínimas no abrigo meteorológico inferiores a 3°C no mês de julho, temperatura relacionada à ocorrência de geada, no mês de maior risco de sua ocorrência. O Estado do Paraná apresenta uma ampla diversidade microclimática, em função das variações da altitude e de se situar em latitudes médias, na zona de transição climática entre o clima temperado e o tropical (Trópico de Capricórnio – 23° 27’ S). Em função disso, as condições médias nem sempre representam satisfatoriamente a realidade de campo e em muitos anos, as condições necessárias para a oliveira frutificar e produzir de forma sustentável, podem não ocorrer. O sucesso da olivicultura no país está diretamente relacionado à melhor combinação do material genético com a oferta das condições climáticas de cada região, isto é, a região que apresentar os menores riscos climáticos para a cultivar selecionada.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Subsídios para levantamento participativo de necessidades de pesquisa com meliponicultores em uma região do Paraná.</title>
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    <updated>2025-11-09T22:02:42Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Subsídios para levantamento participativo de necessidades de pesquisa com meliponicultores em uma região do Paraná.
Autoria: BRANCO, M. T. C.; SCHUHLI, G. S. e; MACHADO, A. M. B.
Conteúdo: Esta publicação apresenta um estudo que constitui o primeiro passo para um levantamento participativo da meliponicultura no município de Prudentópolis, Paraná. Isso é importante diante do fato de que a região compõe um mosaico de origens étnicas e de base agrícola composta de pequenas propriedades rurais familiares, onde se destacam a apicultura e a meliponicultura. A parceria da Embrapa Florestas com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR) tem sido fundamental para o desenvolvimento da agricultura familiar, especialmente no que tange ao tema florestal. A breve caracterização da atividade e o resgate de dados constitui importante registro que contribuirá para a cadeia produtiva envolvendo abelhas e florestas. Projeta-se que, especialmente em relação às áreas de Reserva Legal e Área de Preservação Permanente, essa iniciativa seja de especial interesse conciliando o tema florestal com uma vertente de aproveitamento viável dessas áreas em cadeias produtivas florestais não madeireiras, com vistas à produção apícola e meliponícola. Espera-se que esse documento contribua com o desenvolvimento da região de Prudentópolis, PR, e que possa também servir de esteio para iniciativas semelhantes em outras perspectivas geográficas, impulsionando o desenvolvimento sustentável, conservando e, ao mesmo tempo, valorizando a biodiversidade brasileira em prol da agricultura familiar. Este estudo apresenta aderência aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Agenda 2023 das Nações Unidas (ONU), em especial dos ODS 2, 11, 12, 15 e 17, por direcionar ao uso e gestão sustentável dos recursos naturais. A meliponicultura aumenta a consciência da necessidade de práticas ambientalmente seguras ao mesmo tempo em que promove renda ao pequeno produtor e uma excelente alternativa de conservação pelo uso da biodiversidade brasileira. Especificamente no contexto deste trabalho vê-se a meliponicultura como objeto de associativismo de pequenos produtores rurais, demonstrando a importância das parcerias com entre diferentes atores dessa cadeia produtiva.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>ARAUCÁRIA de Produção Precoce de Pinhões.</title>
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    <updated>2025-06-22T18:43:09Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: ARAUCÁRIA de Produção Precoce de Pinhões.
Conteúdo: A araucária de produção precoce de pinhões começa a produzir mais cedo que as plantas a partir de sementes, já que se usa a propagação vegetativa de material adulto nesse processo. Na natureza, uma araucária fêmea leva de 12 a 20 anos para começar a produzir pinhões. Quando a técnica de enxertia é utilizada adequadamente, a nova planta começa a produzir pinhões a partir de 6 a 10 anos de idade. O mesmo vale para a produção de pólen: ocorrendo de 10 a 12 anos na natureza, e de 4 a 7 anos no caso de plantas enxertadas. Saiba como é feita a enxertia com araucária, seleção da árvore que será clonada, onde e quais as orientações na compra de mudas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Expectativa e realidade sobre os cursos em restauração de ecossistemas no Brasil.</title>
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      <name>ISERNHAGEN, I.</name>
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      <name>TYMUS, J. R. C.</name>
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      <name>COLMENARES-ARTEAGA, M.</name>
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    <updated>2025-03-16T02:35:55Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Expectativa e realidade sobre os cursos em restauração de ecossistemas no Brasil.
Autoria: CAIAFA, A. N.; MENDES, A. F.; ISERNHAGEN, I.; TYMUS, J. R. C.; PARDI, M. M.; COLMENARES-ARTEAGA, M.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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