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  <title>DSpace Communidade: Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical (CNPMF)</title>
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  <subtitle>Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical (CNPMF)</subtitle>
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  <updated>2026-04-04T12:16:40Z</updated>
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    <title>Desidratação de frutas tropicais : negócio, processos e boas práticas para agroindústrias de pequeno porte.</title>
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    <updated>2026-03-15T17:56:46Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Desidratação de frutas tropicais : negócio, processos e boas práticas para agroindústrias de pequeno porte.
Editor(es): VIANA, E. de S.; REIS, R. C.
Conteúdo: Apresentação: A agroindustrialização de frutas tropicais é uma estratégia cada vez mais importante para fortalecer a agricultura familiar e promover o desenvolvimento sustentável de territórios rurais. Entre as diversas formas de processamento, a desidratação se destaca por ampliar a vida útil dos produtos, agregar valor à produção, reduzir perdas pós-colheita e atender à crescente demanda por alimentos mais saudáveis e com menor uso de conservantes. Esta publicação técnica apresenta orientações práticas e atualizadas sobre o planejamento, implantação e operação de agroindústrias de pequeno porte voltadas para a produção de frutas desidratadas. Com foco em culturas tropicais como banana, mamão, abacaxi e manga, o livro reúne conhecimentos essenciais distribuídos em dez capítulos, incluindo: planejamento do negócio, viabilidade econômica, requisitos legais, custos de implantação, colheita e pós-colheita, boas práticas de fabricação (BPF), higiene, processos de desidratação, processamento de chips, rotulagem, embalagem e aproveitamento de resíduos orgânicos por meio da compostagem. Organizada por especialistas da Embrapa Mandioca e Fruticultura e construída com a colaboração de pesquisadores de diversas instituições parceiras — como a UFV, UFRRJ, UFF, Embrapa Agrobiologia e Sebrae — esta obra visa apoiar empreendedores, técnicos, gestores públicos, estudantes e demais interessados no fortalecimento da agroindústria rural brasileira. Ao integrar aspectos tecnológicos, sanitários e ambientais, a publicação contribui diretamente para a profissionalização do setor, a segurança alimentar, a geração de renda no campo e o uso racional dos recursos naturais. O conteúdo apresentado está integralmente alinhado à missão da Embrapa de viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura brasileira, com ênfase em cadeias produtivas de relevância econômica e social. Espera-se que este livro seja uma ferramenta útil para impulsionar a inovação e a inclusão produtiva no meio rural, especialmente em regiões tropicais com grande potencial frutícola.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Aclimatização de mudas micropropagadas de mandioca no Método de Estiolamento para Produção de Mudas e Miniestacas de Mandioca (Método EPMM).</title>
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    <updated>2026-03-08T22:02:16Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Aclimatização de mudas micropropagadas de mandioca no Método de Estiolamento para Produção de Mudas e Miniestacas de Mandioca (Método EPMM).
Autoria: ROCHA, H. S.; SILVEIRA, H. F. da; SOUZA, A. da S.; OLIVEIRA, S. A. S. de; CARVALHO, R. da S.; SENA, K. F.; LIMA, S. A. de; SANTOS, R. S. dos
Conteúdo: A mandioca (Manihot esculenta Crantz) destaca-se no cenário nacional como uma das plantas cultivadas mais difundidas em todas as regiões no Brasil, desempenhando papel estratégico na segurança alimentar e na agricultura de base familiar. Segundo a FAO, o Brasil produz aproximadamente 18,5 milhões de toneladas de raízes de mandioca, posicionando-se como o quinto maior produtor mundial (FAO, 2024) (Figura 1). Entretanto, o sistema de propagação tradicionalmente utilizado apresenta severa limitação, uma vez que a multiplicação convencional por manivas apresenta taxa de multiplicação extremamente reduzida, demandando aproximadamente 12 meses para disponibilizar material propagativo suficiente para a implantação de novas áreas comerciais (Alves et al., 2009). Além disso, seu modo de propagação favorece a disseminação de pragas e doenças, em especial vírus, fitoplasmas, podridões radiculares, bacterioses e a recente Morte Vascular Descendente (Ceratobasidium theobromae) que constituem os principais agentes limitantes da produção. No mundo existem diversas viroses que são associadas à cultura da mandioca, porém no Brasil há relatos da ocorrência de duas delas, o Vírus do Mosaico Comum da Mandioca (Cassava Common Mosaic Virus, CsCMV) e o Vírus do Mosaico das Nervuras (Cassava Vein Mosaic Virus, CsVMV). Esses vírus causam infecções que prejudicam as variedades cultivadas e interferem em sua fotossíntese, comprometendo o crescimento das raízes e influenciando negativamente na produtividade da cultura (Costa e Kitajima, 1972). [...].</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Características nutricionais e sensoriais das novas variedades de abacaxi BRS Sol Bahia e BRS Diamante, resistentes à fusariose.</title>
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    <updated>2026-02-16T01:29:10Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Características nutricionais e sensoriais das novas variedades de abacaxi BRS Sol Bahia e BRS Diamante, resistentes à fusariose.
Autoria: VIANA, E. de S.; REIS, R. C.; SASAKI, F. F. C.; JUNGHANS, D. T.; REINHARDT, D. H. R. C.; PADUA, T. R. P. de; SOUZA, E. G.; OLIVEIRA, A. M. G.; OKURA, M. H.; AMORIM, D. A. DE
Conteúdo: O abacaxi destaca-se como uma das principais fruteiras cultivadas no Brasil, com importância econômica em muitos estados e regiões (Figura 1). Em 2024 a área colhida de abacaxi no país atingiu 56.955 hectares, com uma produção Fotos: Davi Theodoro Junghans 140 Figura 1. Novas cultivares de abacaxis 'BRS Sol Bahia" (A) e 'BRS Diamante' (B). de aproximadamente um milhão de frutos e rendimento médio de 17,3 mil frutos por hectare. As Regiões Nordeste (39,3%) e Norte (30,5%) foram responsáveis por cerca de 70% da produção nacional, seguidas pela Região Sudeste com 24,0%. [...].</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Estratégias de manejo do capim-marandu no consórcio mandioca-braquiária.</title>
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    <updated>2026-02-16T01:29:13Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estratégias de manejo do capim-marandu no consórcio mandioca-braquiária.
Autoria: ROMANO, M. R.; CARNEVALLI, R. A.; BRIGHENTI, A. M.; HASHIGUTI, H. T.; SOUSA, D. H. L.
Conteúdo: Resumo – A mandioca é cultivada em solos arenosos no Centro-Sul do Brasil, onde o uso contínuo tem contribuído para a erosão, aumento dos custos de manejo e estagnação da produtividade. Diante das mudanças climáticas e da necessidade de sistemas mais sustentáveis, o consórcio mandioca-braquiária surge como alternativa promissora. Este estudo avaliou estratégias de manejo para o consórcio, utilizando o capim-marandu (Urochloa brizantha [Syn. Brachiaria brizantha] cv. Marandu). O experimento foi conduzido na fazenda da UniFatecie, em Paranavaí/PR, na safra 2020/21, por 12 meses, em delineamento de blocos ao acaso, com seis tratamentos e quatro repetições. Foram testadas combinações de plantio simultâneo e defasado entre mandioca e capim-marandu, com controle do capim por roçadas ou herbicida, além de dois estandes de mandioca em monocultura. Avaliaram-se características agronômicas da cultura e da pastagem. Os consórcios defasados apresentaram melhor desempenho em comparação aos simultâneos, embora tenham registrado redução de 23% na produtividade de raízes em relação às monoculturas. O desenvolvimento da mandioca foi severamente comprometido nos consórcios simultâneos, exceto quanto ao teor de matéria seca nas raízes. A pastagem obteve bom acúmulo de massa seca, suficiente para suporte ao pastoreio. O consórcio mostra potencial como alternativa viável para integração lavoura-pecuária, embora estratégias que minimizem perdas na produtividade da mandioca ainda sejam necessárias.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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