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  <title>DSpace Coleção: Livro técnico (CPAMT)</title>
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  <subtitle>Livro técnico (CPAMT)</subtitle>
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  <updated>2026-04-04T21:07:50Z</updated>
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    <title>ILPF: olhares para o Brasil sustentável = ICLF: a portrait of sustainable production in Brazil.</title>
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      <name>FARIA, G. R.</name>
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      <name>VASCONCELLOS, J. H.</name>
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    <updated>2025-03-16T02:13:23Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: ILPF: olhares para o Brasil sustentável = ICLF: a portrait of sustainable production in Brazil.
Autoria: FARIA, G. R.; VASCONCELLOS, J. H.
Conteúdo: Resumo: O Brasil, desde a chegada dos portugueses, oscilou entre diversos ciclos econômicos de monoculturas de exportação. Houve a expansão da pecuária pelo interior do país e, mais recentemente, o uso de modelos de silvicultura focados no controle dos custos de produção e na maior produtividade. Todavia, reunir os componentes da lavoura, pecuária e floresta em uma estratégia de produção integrada e sustentável na mesma área é uma solução brasileira de grande impacto mundial. Reunindo uma série de boas práticas agropecuárias, os sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta foram consolidados pela pesquisa científica. Eles reúnem aspectos de competitividade econômica e, o mais importante, da sustentabilidade ambiental. Com melhorias no aporte de nutrientes e na estrutura do solo e com maior infiltração de água, esses sistemas se tornam mais resilientes aos eventos climáticos extremos, além de serem conservacionistas, pensando no futuro das próximas gerações. A presente publicação conceitua, tipifica e democratiza as diversas modalidades de sistemas integrados pelo Brasil, bem como sua relação com as políticas de redução de gases causadores de efeito estufa e estímulos à agropecuária de baixo carbono. O belo relato fotográfico dos benefícios ao solo, o bem-estar animal, a intensificação e diversificação de atividades e culturas corroboram para uma abordagem exitosa a ser frequentemente disseminada para o mundo. | Abstract: Since the arrival of the Portuguese navigators, Brazil has oscillated between various economic cycles of export monocultures. There was the expansion of livestock farming into the interior of the country and, more recently, the use of silviculture models focused on cost control and increased productivity. However, bringing together the components of agriculture, livestock, and forestry in an integrated and sustainable production strategy in the same area is a Brazilian solution with a great worldwide impact. Combining a series of good agricultural practices, integrated crop-livestockforestry systems have been consolidated by scientific research. They combine aspects of economic competitiveness and, most importantly, environmental sustainability. With improvements in nutrient supply and soil structure, and with greater water infiltration, these systems become more resilient to extreme weather events, in addition to being conservationist, thinking about the future of the next generations. This publication conceptualizes, typifies, and democratizes the various modalities of integrated systems throughout Brazil, as well as their relationship with policies to reduce greenhouse gases and stimulate lowcarbon agriculture. The beautiful photographic record of the benefits to the soil, animal welfare, intensification and diversification of activities and cultures corroborate a successful approach to be frequently disseminated to the world.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>GUIA [de] recuperação de solos degradados no cerrado: alternativas para produção sustentável.</title>
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    <updated>2021-12-15T16:01:58Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: GUIA [de] recuperação de solos degradados no cerrado: alternativas para produção sustentável.
Conteúdo: A demanda mundial por alimentos, fibras e biocombustíveis impulsionou a expansão da agropecuária sobre o Cerrado brasileiro, colocando o país em posição de liderança no mercado internacional de alimentos e commodities agrícolas. Para o Brasil chegar a essa liderança, os recursos naturais dos quais a agropecuária nacional depende, foram fortemente pressionados. Como resultado, o produtor rural tem enfrentado novos desafios para produzir, como as incertezas climáticas, a resistência de pragas, a degradação dos solos e dos regimes hídricos. Além disso, a crescente demanda por sustentabilidade do campo à mesa e mais recentemente, as adaptações para lidar com os impactos do Coronavírus têm desafiado os produtores do Cerrado. O desenvolvimento de práticas agropecuárias resilientes, que sejam capazes de absorver e lidar com as adversidades, vai deixando de ser um diferencial de agregação de valor para ser o único caminho possível para a sustentabilidade da própria atividade. As propriedades adeptas ao Sistema de Plantio Direto, à Integração da Lavoura-Pecuária-Floresta, e outras práticas da Agricultura Sustentável, têm tido melhora na produtividade, do uso da área (produzem mais com menos) e ainda possibilitam que ganhos associados ao sequestro de carbono sejam potencialmente remunerados se elegíveis aos critérios do mercado de carbono. No âmbito do Acordo do Paris1, compromisso mundial para combater mudanças climáticas, o Brasil se propõem a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 37% para 2025 e 43% para 2030, em relação a 2005. O país também se comprometeu a uma meta de longo prazo de neutralidade climática até 2060. Para alcançar essa meta, será necessário ampliar a adoção de técnicas agrícolas de baixa emissão de carbono, preconizadas no Plano ABC. Nesse cenário se insere o projeto REVERTE2, cujo objetivo é melhorar a eficiência da produção agrícola do Cerrado por meio da recuperação de solos degradados. A iniciativa busca demonstrar a viabilidade econômica de recuperar terras degradadas, em vez de abrir novas áreas para cultivo, e com isso contribuir para a preservação da vegetação nativa. Com o fomento à recuperação de áreas degradadas assegura-se a conservação do solo, a melhoria da produtividade, o sequestro e a redução de emissões de gases de efeito estufa, além de maior resiliência dos sistemas produtivos a eventos climáticos extremos.</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Embrapa Agrossilvipastoril: uma história construída por várias mãos.</title>
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    <updated>2017-03-17T23:45:31Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Embrapa Agrossilvipastoril: uma história construída por várias mãos.
Editor(es): SILVA, J. F. V.; SOUZA, T. W. de; DOMIT, L. A.; FARIAS NETO, A. L. de; SANTOS, A. C. dos; FARIA, G. R.
Conteúdo: O corpo cansado acordou cedo. A expectativa de início dos trabalhos venceu frente ao desgaste do dia anterior... ? Tênisson Waldow de Souza Além de registro da memória da concepção e construção da Embrapa Agrossilvipastoril, esse livro é uma ode aos intrépidos. Àqueles que acreditam que a realidade pode ser construída em sonhos e materializada em rabiscos numa folha de papel em branco. Os relatos são homenagens a todos que se identificam como sujeitos ativos de uma nova forma de abordar o mundo. Nas tênues e sensíveis dimensões que estão entre a vontade, a coragem, a força e a resistência, residem os destemidos. Porque, afinal, são essas as matérias primas para se fazer o novo. Não apenas na busca da ciência, mas na descoberta da complexidade humana e na tecitura da organização e das regras que compõem a diversidade social. A história é ornada pela paixão singular das grandes realizações e consiste no desenho explícito do empenho individual e coletivo, do compromisso de executar o sonho na forma mais ousada e precisa. A presença pioneira da Embrapa no Mato Grosso deu-se inicialmente em 1979, para contribuir no projeto de produção de mandioca que seria usada como matéria prima do etanol. No mesmo período em que ocorria a emancipação de Sinop, município e 2015, consiste de cinco memórias que se entrelaçam no tempo, nas dificuldades e na convicção de que o caminho e as escolhas feitas eram coerentes com o princípio instituidor da empreitada. O respeito resoluto à adaptabilidade, à transversalidade, à diversidade e ao compartilhamento de saberes, de experiências e de espaços. E tudo isso transmitido à linguagem arquitetônica que somada à iconografia indígena, se materializou em arte numa obra que encanta e provoca os sentidos. Na espera das intermináveis chuvas do ?Nortão?, do aproveitamento da madeira proveniente de ilícito ambiental, da dedicação de práticos carpinteiros e dos infindáveis processos de compras e licitações numa região pouco preparada para tais normativas e ritos, os líderes e as equipes que trabalharam no projeto Embrapa Mato Grosso dedicaram mais de três anos de suas vidas à transformação de um sonho em realidade. Um sonho que não foi nem sonhado por eles, mas que por ser um compromisso institucional e de Estado, foi por eles apropriado. O novo centro de pesquisa, por formulação e prática, já se coloca como privilegiado portador da capacidade de geração de entendimentos necessários a um novo ciclo de desenvolvimento da agropecuária brasileira, reconhecendo nos ambientes onde atua a importância da integração dos aspectos econômicos, sociais e ambientais na orientação à mudança do modo de produção. E incorporando a necessidade da intensificação do uso sustentável dos recursos naturais como eixo mobilizador, se constitui hub para atrair forças criativas da Empresa para a empreitada de construção de um projeto contemporâneo de inovação agropecuária, base para mais uma revolução no cinturão tropical. E, em conjunto com as fases construtivas, levadas a termo pela equipe administrativa, pesquisadores, analistas, técnicos e assistentes dão vida e razão à intenção, não mais do governo federal, estadual e municipal, mas principalmente àqueles jovens embrapianos que vieram de vários estados do Brasil, encorajados pela possibilidade de desenvolverem suas carreiras juntamente com a nova unidade. Muitos já fazem parte do contexto social e cultural dessa região norte mato-grossense. E assim, melhor familiarizados, os primeiros passos da pesquisa, da transferência de tecnologia e da comunicação institucional, pilares da estrutura organizacional da Empresa, foram tomando forma e densidade. E dizem até que contam com proteção divina, pois lá, em ?Dia de Campo?, não chove! Tudo vira notícia, fomentado pelo exercício cotidiano do sentimento de pertencimento em relação à Embrapa Agrossilvipastoril. Seja por parte dos empregados, no uso trilhas tecnológicas e ecológicas, quando expressam o sentimento: ?Nossa, que lugar bonito! Um dia vou trabalhar aqui! E, assim como algumas centenas de moradores sinopenses gritaram naquele desfile de sete de setembro de 2009, hoje, o estado do Mato Grosso inteiro pode regozijar-se do feito! ?A Embrapa é nossa, a Embrapa é nossa, a Embrapa é nossa. ? Outras narrativas, outras experiências e mais vivências darão continuidade a essa permanente construção, pois como muito bem lembra o ?João?, menestrel e condutor desta grande obra, ?é importante que os valores e a filosofia inicial do processo de construção não sejam perdidos de vista, se adaptando às mudanças inexoráveis do mundo. A história nunca estará completa.</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Manejo sustentável de plantas daninhas em sistemas de produção tropical.</title>
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    <updated>2017-08-16T13:56:23Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Manejo sustentável de plantas daninhas em sistemas de produção tropical.
Editor(es): IKEDA, F. S.; INOUE, M. H.
Conteúdo: Capítulo 1 - Manejo dos restos culturais do algodoeiro - Capítulo 2 - Sistemas integrados na recuperação de pastagens degradadas na Amazônia - Capítulo 3 - Supressão de plantas daninhas por plantas de cobertura - Capítulo 4 - Biologia e manejo de capim-navalha e capim-capeta em pastagens - Capítulo 5 - Manejo integrado de plantas daninhas na cultura da mandioca</summary>
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