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  <title>DSpace Coleção: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPASA)</title>
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  <subtitle>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPASA)</subtitle>
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  <updated>2026-04-14T02:15:08Z</updated>
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    <title>Manejo de fertilizantes foliares para a cultura do arroz de terras altas.</title>
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    <updated>2025-03-16T02:36:33Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Manejo de fertilizantes foliares para a cultura do arroz de terras altas.
Autoria: FRAGOSO, D. de B.; OLIVEIRA, I. J. de; CUSTÓDIO, D. P.; ROCHA, R. N. C. da; BONALDO, T.
Conteúdo: O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da aplicação de fertilizantes foliares contendo nitrogênio, potássio, enxofre, zinco, boro e magnésio no desempenho produtivo de cultivares de arroz de terras altas. O experimento foi conduzido no Campo Experimental de Sistemas Agrícolas (CESAg) da Embrapa Pesca e Aquicultura, localizada em Palmas, Tocantins. As cultivares BRS Esmeralda e BRS A502 foram semeadas em duas parcelas compostas por 32 linhas com espaçamento de 30 cm entrelinhas. Cada parcela foi dividida em duas subparcelas contendo 16 linhas cada. As adubações feitas em ambas as parcelas foram 250 kg/ha da formulação NPK 04-28-10 + 100 kg/ha de ureia cloretada na formulação 20-00-20 em cobertura aos 35 dias após a emergência (DAE). Apenas uma das subparcelas de cada cultivar recebeu fertilizantes foliares e a outra subparcela foi a testemunha sem aplicação de fertilizantes foliares. As aplicações dos fertilizantes foliares realizadas foram: Produto A (1% N + 40% Zn) e Produto B (5,6% N + 2,3% K2O + 1,1% B + 1,1% Zn) na dosagem de 0,5L/ha aos 30 DAE; Produto C (14,0% N +22,7% S) na dosagem de 0,5 L/ha aos 50 DAE; e Produto D (12,0% de N + 39,0% de K + 1,8% de Mg + 2,8% de S) na dosagem de 0,5 kg/ha aos 65 DAE. Foram avaliados o número de perfilhos/m, o número de panículas/m2 , o peso de mil de grãos e a produtividade. Foram observadas diferenças significativas entre os tratamentos com e sem aplicação de fertilizantes foliares para as variáveis peso de mil grãos e produtividade, porém não foram observadas diferenças estatísticas para as variáveis número de perfilhos/m e número de panículas/m2. Para ambas as cultivares, o tratamento com aplicação adicional de fertilizantes foliares resultou em aumento da produtividade quando comparado à testemunha sem aplicação. As cultivares BRS Esmeralda e BRS A502 tiveram produtividades de 7.891,7 e 7.571,3 kg/ha respectivamente.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Digestibilidade aparente de ingredientes proteicos para juvenis de tambaqui.</title>
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    <updated>2025-03-16T01:49:57Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Digestibilidade aparente de ingredientes proteicos para juvenis de tambaqui.
Autoria: RODRIGUES, A. P. O.; FREITAS, L. E. L. de; CARVALHO, C. W. P. de; ASCHERI, J. L. R.
Conteúdo: O tambaqui é um peixe de grande importância para a aquicultura da América Latina. Este trabalho determinou os coeficientes de digestibilidade aparente (CDAs) da proteína, da energia e dos aminoácidos de oito ingredientes proteicos para juvenis de tambaqui (69 g). As dietas experimentais extrusadas eram compostas por 69,9% da dieta referência, 0,1% de óxido de ítrio e 30% dos seguintes ingredientes-teste: farinha de resíduo de tilápia; farinha de vísceras de frango; farinha de penas hidrolisadas; farinha de sangue; farelo de soja; concentrado proteico de soja; glúten de milho; farelo de glúten de milho. Todos os ingredientes testados apresentaram CDAs de proteína e aminoácidos essenciais acima de 90%, exceto a farinha de penas hidrolisadas. Os CDAs de energia apresentaram grande variação (56%-95%) entre os ingredientes. Lisina, metionina e triptofano foram os aminoácidos mais limitantes nos ingredientes testados. Farelo de soja, concentrado proteico de soja, glúten de milho, farinha de resíduo de tilápia e farinha de vísceras de aves apresentaram altos CDAs da proteína, da energia e dos aminoácidos para o tambaqui, demonstrando alto potencial de utilização em dietas para a espécie. A farinha de sangue e o farelo de glúten de milho tiveram digestibilidade proteica intermediária e baixa digestibilidade da energia, enquanto a farinha de penas hidrolisadas apresentou a menor digestibilidade proteica e aminoacídica dentre os ingredientes. Em conclusão, a inclusão desses ingredientes em dietas para o tambaqui deve considerar os respectivos desbalanços em alguns aminoácidos essenciais, além do excesso de fibras, no caso do farelo de glúten de milho.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Risco climático e época de semeadura do arroz irrigado no estado do Tocantins.</title>
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    <updated>2025-03-16T01:20:00Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Risco climático e época de semeadura do arroz irrigado no estado do Tocantins.
Autoria: EVANGELISTA, B. A.; PAZ, L. R. de S.; DIAS, T. S. dos S.; SILVA, S. C. da; STONE, L. F.; SANTOS, A. B. dos; HEINEMANN, A. B.; LIMEIRA, A. S.; ENEAS, J. S. M.
Conteúdo: No ambiente tropical, o arroz é produzido nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e ocupa 13,2% da área total cultivada no Brasil. Apesar de ser responsável por somente 20% da produção nacional, o arroz cultivado no ambiente tropical apresenta importante contribuição para a segurança alimentar do país. Este estudo teve como objetivo otimizar o uso dos recursos naturais (temperatura, radiação solar e precipitação) por meio da compreensão das relações da cultura com os componentes solo e clima, com o intuito de minimizar riscos de perda de produção da cultura por eventos climáticos. Para isso, utilizou-se o modelo de simulação de crescimento e rendimento do arroz, ORYZAv.3, que foi parametrizado, calibrado e validado com o uso de dados de clima, solo e de desenvolvimento e produtividade da cultura, para obter o zoneamento agrícola de risco climático do arroz tropical irrigado para o estado do Tocantins. De acordo com os resultados obtidos, observou-se que é possível obter bons rendimentos de arroz irrigado quando cultivados no período de agosto até fevereiro, mas o estudo indica também que as maiores produtividades com baixos riscos (máximo de 20%) podem ser alcançados com semeaduras entre 1 de outubro e 20 de novembro, especialmente na região de várzeas do Tocantins. A semeadura precoce, de modo geral, está associada à restrição hídrica; enquanto a tardia, à redução da radiação solar global no período de enchimento de grãos e ao aumento da temperatura do ar.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Risco climático e indicação de época de plantio do maracujá no estado do Tocantins.</title>
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      <name>SILVA, F. A. M. da</name>
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      <name>SIMON, J.</name>
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      <name>DIAS, T. S. dos S.</name>
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    <updated>2025-03-16T01:55:53Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Risco climático e indicação de época de plantio do maracujá no estado do Tocantins.
Autoria: EVANGELISTA, B. A.; ENEAS, J. S. M.; SILVA, F. A. M. da; SIMON, J.; DIAS, T. S. dos S.
Conteúdo: A variabilidade do tempo e clima é fator de risco de perda de rendimento das lavouras, especialmente em cultivos de sequeiro. O objetivo desta pesquisa foi indicar as épocas de plantio com baixos riscos da cultura do maracujá de sequeiro, com muda tradicional com cerca de 0,30 m de altura, no Estado do Tocantins. Utilizou-se o modelo SARRA (Systeme d’Analyse Regionale des Risques Agroclimatiques), no qual foi incorporado variáveis de clima, solo e da fenologia da cultura para estimar o balanço hídrico da cultura. Para avaliar o risco de perda de rendimento por restrição hídrica, foram simulados plantios decendiais em solos arenosos, de textura média e argilosos. Utilizaram-se os Índices de Satisfação das Necessidades de Água da cultura (ISNA), estimado pela razão ETr/ETm nas fases plantio/estabelecimento, crescimento inicial, crescimento final, e floração/frutificação (F4), resultado de análise frequencial (80%, 70% e 60%). Também foi estimada a probabilidade de ocorrência de temperatura extrema (TMax ≥ 39°C) durante a fase F4. Os ISNA e a TMax foram espacializados, combinados e apresentados em sete mapas contendo as épocas de plantio do maracujá nos três tipos de solo, com riscos de 20%, 30% e 40%. Os meses de outubro e novembro são indicados como de baixos riscos para plantio do maracujá no Estado do Tocantins.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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