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  <title>DSpace Coleção: Outras publicações (CPATU)</title>
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  <subtitle>Outras publicações (CPATU)</subtitle>
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  <updated>2026-04-06T22:20:29Z</updated>
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    <title>Resultados: aspectos técnicos.</title>
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      <name>SILVA, J. N. M.</name>
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      <name>LOPES, J. do C. A.</name>
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      <name>BARROS, P. C. de</name>
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    <updated>2025-08-10T18:30:20Z</updated>
    <published>1996-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Resultados: aspectos técnicos.
Autoria: SILVA, J. N. M.; LOPES, J. do C. A.; BARROS, P. C. de
Conteúdo: A importância da atividade madeireira na região Amazônica é inquestionável. No Estado do Pará, a madeira assume o segundo lugar em geração de divisas, sendo somente superada pelos minérios. Em Paragominas, principal microrregião produtora de madeira no estado, estima-se que a atividade madeireira gera um emprego para cada 200 ha de floresta trabalhada, o que representa mais de duas vezes o número gerado pela atividade pecuária, mesmo considerando a mão-de-obra empregada no abate e no beneficiamento de gado (Silva &amp; Uhl 1992).</summary>
    <dc:date>1996-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Caracterização da agricultura familiar nas comunidades remanescente dos quilombolas de Oriximiná.</title>
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    <updated>2025-08-10T18:30:19Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caracterização da agricultura familiar nas comunidades remanescente dos quilombolas de Oriximiná.
Editor(es): CASTRO, C. B. de
Conteúdo: O município de Oriximiná localiza-se à margem esquerda do rio Amazonas, apresentando uma área de 107.842,30 km?, ocupada por uma população estimada, segundo o IBGE, em 41.999 habitantes, correspondendo a uma densidade demográfica de 0,39 habitantes/km?. Neste espaço, encontram-se 27 comunidades remanescentes dos quilombos com cerca de sete mil habitantes, ocupando uma área de mais de 500 mil hectares, localizada nas regiões do Trombetas e Erepecuru. De acordo com Watrin et al. (1998), essas comunidades quilombolas que sobrevivem hoje de uma agricultura de subsistência, do extrativismo da castanha-do-brasil e de outros produtos da floresta, vêm buscando através da realização de estudos ambientais, O melhor conhecimento dos seus recursos naturais para poder explorá-los convenientemente. As comunidades remanescentes dos quilombos, organizadas a partir de 1989 através da Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Município de Oriximiná ARQMO, contando com o apoio da Comissão Pró-Índio de São Paulo/CPI - SP, vem, ao longo desses dez anos, trabalhando no sentido da regularização das terras quilombolas, cujos direitos estão resguardados pelo artigo 68 do ADCT da Constituição Federal, e também na viabilização de projetos alternativos de manejo sustentado. Assim, em maio e junho/1998, por conta do convênio com ARQMO/CPI - SP/Museu Emílio Goeldi/FCAPIFADESP, a Embrapa Amazônia Oriental realizou uma pesquisa de campo, com aplicação de questionários, para conhecer as potencialidades, problemas e limites da agricultura familiar dos quilombos. Nesse sentido, foram levantados aspectos sociais, econômicos € para a compreensão da forma de produção a construção de estratégias queagronômicos, importantes quilombola e que permitam, a partir daí, conduzam à maior dinamização da agricultura familiar, diversificando sistemas atuais de produção e ampliando a sua participação relativa na composição da renda familiar, dentro de uma visão que persiga a adequada utilização dos recursos naturais existentes.</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Agenda ambiental da Embrapa.</title>
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    <updated>2025-08-17T17:58:46Z</updated>
    <published>2000-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Agenda ambiental da Embrapa.
Editor(es): KITAMURA, P. C.
Conteúdo: E senso comum que uma organização ambientalmente correta não é somente um ato de sensibilidade social mas também uma necessidade institucional, de exercicio permanente de cidadania. É com esse espírito que a Embrapa vem apresentar a sua Agenda Ambiental. A Agenda Ambiental da Embrapa assenta-se em três eixos de atuação que se complementam. Um, de âmbito interno, de busca de uma cultura institucional que leve a atitudes ambientalmente saudáveis de seus empregados, da instituição como um todo e também de seus parceiros e clientes. Outro, de aumentar a participação na sociedade, em termos de educação ambiental e de ações pró-ativas voltadas para a cidadania, em especial na gestão ambiental das areas rurais. O terceiro, o mais importante, de realizar pesquisas que contribuam para alcançar uma utopia plausível de respeito ambiental e de desenvolvimento sustentável da agricultura nacional. Entendemos que a criação de valores de respeito ao meio ambiente não é um processo trivial, de simples vontade da alta administração. É sem dúvida, um processo de mudança cultural que envolve todo o quadro social da Empresa, e que requer novos olhares, formas de pensar, formas de fazer, que muitas vezes começam com atitudes simples como a de ordem e limpeza. É necessário sobretudo construir novos valores a partir de um processo planejado de médio e longo prazos, pautado no desenvolvimento e adoção de “boas práticas de manejo” e na educação ambiental. Identificar e avaliar problemas ambientais, oferecendo soluções em toda as áreas da agropecuária brasileira é o grande desafio que queremos incluir na agenda dos empregados da Embrapa, parceiros e clientes. Com isso, queremos contribuir para a preservação do meio ambiente, o uso prudente dos recursos naturais, economia de energia e matérias-primas, para a redução e ou no limite, evitar o uso de agrotóxicos, enfim, para a oferta de alternativas tecnológicas ambientalmente adequadas para a agropecuária brasileira. Para tanto, pretendemos sempre desenvolver práticas agricolas que suportem e fortaleçam as leis e os regulamentos ambientais já existentes, que incorporem os princípios de responsabilidade e de precaução, e que resgatem o papel social da pesquisa pública. A gestão ambiental requer a continua adoção de práticas que antecipem e previnam degradações do meio ambiente. Por outro lado, o aparecimento de novos desafios ambientais implica na necessidade de uma visão crítica da Empresa em relação aos problemas emergentes, aos avanços científicos e tecnológicos e, às novas alternativas. É mais, requer também que as soluções ambientais oferecidas pelo sistema de pesquisa sejam competitivas e politicamente aceitáveis, adequadas para a sociedade, para a soberania do país e a independência científica e tecnológica. Pretende-se constituir unidades ou grupos de gestão que se dediquem especialmente na relação meio ambiente — produção agropecuária, atuando internamente para a promoção e coordenação de ações estratégicas bem como participando de atividades externas a partir de parcerias.</summary>
    <dc:date>2000-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>PESQUISAS para a utilização racional e conservação da Floresta Tropical Úmida na Amazônia brasileira: projeto ODA/CPATU: relatório do seminário.</title>
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    <updated>2025-08-17T17:58:36Z</updated>
    <published>1995-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: PESQUISAS para a utilização racional e conservação da Floresta Tropical Úmida na Amazônia brasileira: projeto ODA/CPATU: relatório do seminário.
Conteúdo: A partir dos entraves identificados pelos pesquisadores na 1º fase do seminário, se procedeu a estruturação, em plenária, do painel relativo aos aspectos problemáticos que caracterizam a situação atual do projeto. Nessa perspectiva, os entraves foram agrupados, tomando por parâmetro a similaridade entre tópicos que, anteriormente, haviam sido registrados nas fichas afixadas no painel, pelos pesquisadores. Como produto desse trabalho, observou-se que os entraves estavam circunscritos a 03 enfoques: técnico, planejamento e administrativo. Na serrilência do processo, formou-se três grupos de trabalho para analisar, com maior profundidade, os entraves componentes desses três enfoques. Como tarefa, os grupos deveriam: 1) revisar os entraves, 2) acrescentar novos entraves (se fosse o caso); 3) estabelecer a situação desejada. Esta situação traduzia, em termos de ideais, aquela realidade que se almejava para o projeto, com a resolução dos entraves. Com base na situação desejada, se delineou uma Matriz de Planejamento que congregou um conjunto de elementos indicativos para redirecionamento do projeto. As ações que deveriam ser realizadas. Quem as realizaria?; quando se realizaria? e, naquelas ações em que houvesse necessidade de um maior detalhamento, quanto a sua oparacionalidade, foi definido ainda como realizá-las e estabelecida uma dimensão de grandeza, quanto? Ao final, definiu-se também uma escala de prioridades (1 a 3) para as ações, convencionado-se que 1 indicaria alta (maior) prioridade, 2 média prioridade e 3 baixa (menor) prioridade. O produto desse processo, está registrado nos painéis reproduzidos a seguir.</summary>
    <dc:date>1995-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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