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  <title>DSpace Coleção: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPATU)</title>
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  <subtitle>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPATU)</subtitle>
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  <updated>2026-04-08T00:26:52Z</updated>
  <dc:date>2026-04-08T00:26:52Z</dc:date>
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    <title>Custos e desempenho econômico-financeiro do sistema de produção de gergelim no polo de produção de Paragominas, Pará.</title>
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      <name>SANTOS, J. C. dos</name>
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      <name>AZEVEDO, R. de</name>
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    <updated>2026-03-29T12:29:26Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Custos e desempenho econômico-financeiro do sistema de produção de gergelim no polo de produção de Paragominas, Pará.
Autoria: SANTOS, J. C. dos; AZEVEDO, R. de
Conteúdo: O cultivo de gergelim é recente, iniciado em 2019, na microrregião de Paragominas e municípios do entorno, no estado do Pará. O processo de produção é feito em grande escala, mecanizado, com uso de insumos modernos e como safrinha, em sucessão ao cultivo de verão, ou de safra, normalmente soja, e encontra-se em fase de consolidação, com pequenos ajustes a cada ano de produção. O objetivo deste estudo foi identificar a estrutura de produção e de custos do sistema produtivo atual e estimar o desempenho econômico e as demandas tecnológicas de produção, a partir da estrutura de custos. A estratégia metodológica consistiu em realizar entrevistas e, posteriormente, painéis técnicos com produtores e técnicos mais experientes com o cultivo e visitas às lavouras em diversas fases de desenvolvimento, para identificação do modelo de sistema de produção modal e seus coeficientes técnicos. A análise de custo e de desempenho econômico-financeiro foi realizada utilizando a técnica de benefício-custo. Os resultados obtidos mostram que o modelo de cultivo de gergelim avaliado é rentável, com boa margem, e que a etapa de adubação e o componente adubo representam o principal fator de custo e, dessa forma, a relação preço do gergelim versus preço de adubo é um importante indicador para desempenho econômico-financeiro da produção.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Tolerância de três cultivares de Panicum maximum ao alagamento do solo.</title>
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      <name>DIAS FILHO, M. B.</name>
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      <name>LOPES, M. J. dos S.</name>
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    <updated>2025-08-17T17:59:00Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Tolerância de três cultivares de Panicum maximum ao alagamento do solo.
Autoria: DIAS FILHO, M. B.; LOPES, M. J. dos S.
Conteúdo: Este estudo analisou as respostas das cultivares Massai, Mombaça e Tanzânia de Panicum maximum (syn. Megathyrsus maximus) sob excesso de água no solo. Também avaliou a tolerância dessas cultivares a esse estresse. As plantas foram cultivadas em vasos, expostas a alagamento do solo por 5 dias e comparadas com plantas cultivadas em solo com drenagem adequada. O alagamento do solo reduziu o alongamento diário das folhas. A maior redução ocorreu na cultivar Tanzânia. As cultivares Mombaça e Massai tiveram redução semelhante, porém menor que a da Tanzânia. O alagamento do solo afetou mais a massa seca das folhas e o perfilhamento na cultivar Mombaça. A produção de raízes foi reduzida pelo alagamento em todas as três cultivares. A massa seca total e a taxa de crescimento relativo tiveram comportamento semelhante ao das produções de folhas e perfilhos entre as cultivares. Em plantas alagadas, a biomassa de raízes diminuiu nas cultivares Massai e Tanzânia. Na Mombaça, não houve mudança. A fotossíntese líquida e a condutância estomática foram mais diminuídas nas plantas alagadas da cultivar Tanzânia. Conclui-se que as cultivares apresentam diferentes níveis de tolerância ao alagamento, sendo Massai a mais tolerante, enquanto Mombaça e Tanzânia possuem tolerância semelhante, com vantagem para Tanzânia.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Obtenção e caracterização de farinha, concentrado e isolado proteico derivados da castanha-do-brasil.</title>
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      <name>CARVALHO, A. V.</name>
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      <name>ABREU, L. F.</name>
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      <name>FREITAS, A. F. de</name>
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    <updated>2025-10-05T18:31:47Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Obtenção e caracterização de farinha, concentrado e isolado proteico derivados da castanha-do-brasil.
Autoria: CARVALHO, A. V.; ABREU, L. F.; FREITAS, A. F. de
Conteúdo: O objetivo deste trabalho foi desenvolver processos para a obtenção de farinha parcialmente desengordurada, de concentrado e de isolado proteico a partir da castanha-do-brasil. O processo de prensagem otimizado consistiu de duas etapas, sendo na primeira um diâmetro de saída de 12 mm; e na segunda, o diâmetro foi reduzido para 6 mm, com a temperatura programada da torta ajustada para 80 °C. Nessas condições obteve-se uma farinha de castanha-do-brasil com 7,25% de lipídeos. A partir da farinha parcialmente desengordurada, realizaram-se testes para a obtenção de concentrado e isolado proteico, utilizando dois métodos principais: precipitação isoelétrica das proteínas e solubilização das proteínas em pH 9,0, seguida da precipitação no ponto isoelétrico (pI). O concentrado proteico otimizado foi obtido por precipitação isoelétrica no pI=3,0, utilizando-se a proporção de farinha e solução aquosa de 1:10 e um tempo de agitação de 30 minutos. Nessas condições, foi possível e viável a obtenção de concentrado proteico a partir de castanha-do-brasil e o produto final apresentou teor proteico de 52,07% e rendimento de 74,54%. Já para o isolado proteico, embora o produto final obtido tenha atingido teor proteico de 67%, o rendimento foi considerado muito baixo (inferior a 13%), o que não justifica o emprego de uma metodologia mais trabalhosa e onerosa, quando comparada àquela utilizada para a obtenção do concentrado proteico. A farinha parcialmente desengordurada e o concentrado proteico de castanha--do-brasil apresentam potencial de aplicação para o mercado plant based.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Tolerância relativa de dois híbridos intraespecíficos de Brachiaria decumbens e um acesso de Brachiaria brizantha ao alagamento do solo.</title>
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      <name>DIAS FILHO, M. B.</name>
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      <name>LOPES, M. J. dos S.</name>
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      <name>BARRIOS, S. C. L.</name>
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    <id>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1176422</id>
    <updated>2025-06-08T18:28:36Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Tolerância relativa de dois híbridos intraespecíficos de Brachiaria decumbens e um acesso de Brachiaria brizantha ao alagamento do solo.
Autoria: DIAS FILHO, M. B.; LOPES, M. J. dos S.; BARRIOS, S. C. L.
Conteúdo: A resposta morfológica e produtiva de dois híbridos intraespecíficos de Brachiaria decumbens (HD-1, HD-4) e um acesso de Brachiaria brizantha (B147), sob excesso de água no solo, foi avaliada, durante 30 dias, em plantas cultivadas em vasos, sob alagamento, ou em solo bem drenado. Utilizou-se as cultivares comerciais B. brizantha ‘Xaraés’, considerada medianamente suscetível ao alagamento do solo e Brachiaria spp. ‘Cayman-CIAT 1752’, tida como relativamente tolerante ao alagamento do solo, e a cultivar Marandu de B. brizantha, reconhecidamente intolerante a esse estresse, como testemunhas. O objetivo foi classificar esses genótipos quanto à tolerância relativa ao alagamento do solo. Sob alagamento, a redução percentual média na taxa de alongamento foliar foi maior nas cultivares Xaraés e Marandu, seguidas por B147, sendo menor na cultivar Cayman-CIAT 1752 e em HD-4. O decréscimo no índice SPAD, em resposta ao alagamento do solo, foi maior em B147 e na cultivar Xaraés e menor em HD-4 e na cultivar Cayman-CIAT 1752. A produção de massa seca da parte aérea, em plantas alagadas, sofreu maior redução em B147 e nas cultivares Marandu e Xaraés, sendo menor em HD-1. A queda de vigor, pelo alagamento, foi maior em B147 e menor em HD-1 e HD-4. Os genótipos HD-1 e HD-4, seguidos pela cultivar Cayman-CIAT 1752, são os mais tolerantes ao alagamento do solo. As cultivares Marandu e Xaraés têm baixa tolerância ao alagamento do solo. O genótipo B147 é muito pouco tolerante ao excesso de água no solo.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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