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  <title>DSpace Communidade: Embrapa Gado de Corte (CNPGC)</title>
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  <subtitle>Embrapa Gado de Corte (CNPGC)</subtitle>
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    <title>CONHEÇA a carne que você consome.</title>
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    <updated>2026-05-20T12:58:44Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: CONHEÇA a carne que você consome.
Conteúdo: De acordo com a legislação brasileira, a carne comercializada em pontos de venda deve ser proveniente de animais abatidos, sob a inspeção veterinária. O selo de inspeção indica que a carne passou por controle higiênico-sanitário, contribuindo para a segurança do alimento. Atualmente, já existe carne com rastreabilidade total, que permite conhecer a origem do produto, desde a produção no campo até gôndola do mercado. Isso traz mais transparência e confiança para o consumidor.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Equações para predição do carbono total nos solos do bioma Cerrado Sul-Mato-Grossense.</title>
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      <name>ARAUJO, A. R. de</name>
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      <name>MONTEIRO, L. C.</name>
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    <updated>2026-05-19T20:52:13Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Equações para predição do carbono total nos solos do bioma Cerrado Sul-Mato-Grossense.
Autoria: FONTANA, A.; MACEDO, M. C. M.; SANTOS, F. M.; MENEGHINI, V.; BALIEIRO, F. de C.; ARAUJO, A. R. de; TOMAZI, M.; SALTON, J. C.; MONTEIRO, L. C.
Conteúdo: RESUMO – A quantificação do carbono (C) no solo pode ser feita por diversos métodos, como a combustão seca (via seca), que determina o C total e, a oxidação úmida (via úmida), que determina o C orgânico (C org). O método via seca determina o C presente em estruturas inorgânicas (carbonatos e/ou bicarbonatos) juntamente com as orgânicas (carvão, raízes, folhas e galhos e, o húmus). O método via úmida, que é o método mais utilizado nos laboratórios brasileiros, determina o C das estruturas orgânicas facilmente oxidáveis como o húmus. Este trabalho tem por objetivo desenvolver equações para a predição do C total a partir do C org para solos do bioma Cerrado no estado de Mato Grosso do Sul. Foram obtidas amostras de solo nas camadas de 0-10, 10-20, 20-30 e 30-40 cm de solos com variação de classe de textura, uso com vegetação natural ou cultivo agrícola em diferentes arranjos, como: pastagem em monocultivo contínuo (Brachiarias e Panicum), culturas anuais de grãos (soja/milho em cultivos contínuos), sistemas integrados (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta - ILPF, Integração Pecuária-Floresta - IPF e Integração Lavoura-Pecuária - ILP). Foram determinados os teores de C total e C org, e na sequência calibradas e validadas as funções para predição do C total. Os teores de C org entre 1,6 a 26,5 g kg-1 são inferiores aos teores de C total (1,9 a 35,4 g kg-1). A taxa de recuperação com média de 80% (36 a 121%), sendo a maioria entre 65 e 95%. O fator de correspondência do C org para o C total tem média de 1,27 (0,83 a 2,78). Diversas equações têm elevada precisão para predição dos teores de C total a partir do C org, com destaque, para a equação geral F5 (C total = 1,3199 x C org - 0,3242), que é independente das camadas de solo até a profundidade de 40 cm, uso ou cultivo e textura do solo. As equações são recomendadas para solos sem observação evidente de carbonatos e/ou bicarbonatos, bem como, para locais em que a ocorrência de fogo é eventual e sob condições naturais do bioma Cerrado no estado de Mato Grosso do Sul.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Análise climatológica para a produção de sementes de forrageiras tropicais.</title>
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    <updated>2026-05-10T17:10:11Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Análise climatológica para a produção de sementes de forrageiras tropicais.
Editor(es): VERZIGNASSI, J. R.
Conteúdo: A produção do setor agropecuário está correlacionada com a economia, políticas, tecnologia, legislações vigentes e, sobretudo, com as condições do clima. As práticas agropecuárias são estruturadas no comportamento climático do espaço para atingir eficientes níveis de produtividade (Castro, 2014). Alguns modelos matemáticos têm sido desenvolvidos para estimar a produção de forrageiras em função das variáveis climáticas.O objetivo deste trabalho é testar se a variação da produtividade de sementes nas áreas avaliadas está relacionada com as condições do tempo e do clima local. Para isso, foram realizadas análises descritivas do clima local e do ciclo produtivo das áreas avaliadas em cada ciclo, submetidas à análise de correlação com a produtividade observada.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>BRS CARINÁS: Brachiaria decumbens.</title>
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    <updated>2026-04-20T02:47:30Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: BRS CARINÁS: Brachiaria decumbens.
Conteúdo: A BRS Carinás é um híbrido de Brachiaria decumbens desenvolvido pela Embrapa em parceria com a Unipasto. É a evolução da tradicional B. decumbens cv. Basilik (capim-braquiarinha). A nova cultivar híbrida de Brachiartia decumbens entrega maior rentabilidade e eficiência para as pastagens do Cerrado. A BRS Carinás é também indicada para sistemas de integração lavoura-pecuária, com elevada produção de palhada e excelente qualidade de forragem para pastejo.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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