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  <title>DSpace Coleção: Folder / Folheto / Cartilha (CPATU)</title>
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  <subtitle>Folder / Folheto / Cartilha (CPATU)</subtitle>
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  <updated>2026-04-23T07:54:14Z</updated>
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    <title>Papel: um subproduto da heveicultura.</title>
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      <name>MELO, C. F. M. de</name>
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    <updated>2025-10-12T17:56:00Z</updated>
    <published>1976-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Papel: um subproduto da heveicultura.
Autoria: MELO, C. F. M. de; WISNIEWSKI, A.
Conteúdo: A seringueira (Hevea brasiliensis Muller Argentum), embora planta arbórea especialmente vocacionada para produzir borracha, apresenta, também, superiores caracteristicas silviculturais e nesse sentido, se apresenta como uma essência de grandes possibilidades na indústria de pastas e polpas para papel. Até o presente a seringueira tem sido extensivamente cultivada na faixa tropical úmida de três continentes com vista, exclusivamente, a produção de borracha natural.</summary>
    <dc:date>1976-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>IDENTIFICAÇÃO das demandas e prioridades de pesquisa agropecuária, florestal e agroindustrial para os municípios da região do Médio Amazonas Paraense.</title>
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    <updated>2025-08-10T18:30:22Z</updated>
    <published>1997-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: IDENTIFICAÇÃO das demandas e prioridades de pesquisa agropecuária, florestal e agroindustrial para os municípios da região do Médio Amazonas Paraense.
Conteúdo: No Oeste do Pará situa-se a região do Médio Amazonas Paraense, constituída pelos municípios de Santarém, Monte Alegre, Alenquer, Óbidos, Oriximiná, Terra Santa, Faro e Juruti, que ocupam 245.507 Km2, correspondente a cerca de 20% da área do Estado. A população é de mais de meio milhão de habitantes. O município de Santarém é, dentre os que integram esta região, o centro regional mais bem dotado de infra-estrutura, tanto no que diz respeito ao fluxo de comércio, quanto a serviços sociais. Dispõe de diversos órgãos governamentais (ensino, pesquisa, extensão e fomento) e não governamentais, que com limitações, principalmente de ordem financeira, têm procurado contribuir no seu desenvolvimento. A importância do setor agrícola para a região do Médio Amazonas Paraense é bastante expressiva, considerando as culturas de subsistência como milho, feijão, arroz e mandioca, que se destacam com bons níveis de produção no Estado do Pará. As culturas perenes, a pecuária para corte e a exploração de madeira, também merecem distinção pelo que contribuem para a economia local. Em 1992, no exercício da abordagem “Pesquisa e Desenvolvimento”, a Embrapa Amazônia Oriental, com o apoio de órgãos estaduais, realizou um pré-diagnóstico nos municípios desta região, verificando-se a crescente atividade agropecuária no local, já com alguns riscos ao meio ambiente, necessitando que se estabelecesse um programa mais amplo de pesquisa para aquela área. Pelos resultados obtidos no pré-diagnóstico, ficou evidente também a necessidade de se implantar um Núcleo da Embrapa na região do Médio Amazonas Paraense, a fim de viabilizar a geração de novos conhecimentos científicos e tecnológicos, tendo como suporte os três campos experimentais que a Empresa mantém em Alenquer, Monte Alegre e Belterra. Assim, em 1994 o município de Santarém passou a sediar este Núcleo para atender a região do Médio Amazonas Paraense, e ainda os municípios de Belterra e Aveiro. Sua atuação tem se dado de forma integrada com órgãos municipais, estaduais e federais ligados direta e indiretamente ao setor agropecuário, florestal e agroindustrial. Nos últimos dois anos, a região do Médio Amazonas Paraense vem experimentando grandes transformações no uso de suas terras, estando a agricultura, a nível empresarial, em ascensão, mais especificamente nos municípios de Santarém e Alenquer com consideráveis áreas plantadas com arroz, tanto irrigado como de sequeiro, e com milho, além da soja que vem sendo plantada em escala experimental. Esta última cultura já se encontra ocupando áreas consideráveis de testes de cultivares no município de Santarém, utilizando tecnologias geradas pela Embrapa em outras regiões do país.</summary>
    <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Práticas de cultivo da macaxeira biofortificada.</title>
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      <name>CARVALHO, J. dos S.</name>
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      <name>FERREIRA, A. P. S.</name>
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      <name>SANTOS, H. H. C. dos</name>
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      <name>SOUZA, V. B.</name>
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    <updated>2025-06-01T21:31:57Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Práticas de cultivo da macaxeira biofortificada.
Autoria: CARVALHO, J. dos S.; FERREIRA, A. P. S.; SANTOS, H. H. C. dos; SOUZA, V. B.; SOUZA, V. G. de
Conteúdo: A cartilha Práticas de cultivo da macaxeira biofortificada tem o objetivo de apresentar aos agricultores familiares uma alternativa de produção de alimentos diferenciados, que foram desenvolvidos para combater a fome oculta e a desnutrição. A macaxeira biofortificada destaca-se entre as demais macaxeiras por apresentar em média 9 mcg de betacaroteno (provitamina A) por grama de raízes frescas, enquanto as macaxeiras de polpa branca não contêm esse nutriente. Além disso, apresenta também uma grande quantidade de amido em sua composição.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Práticas de cultivo do milho BRS 4104 biofortificado.</title>
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      <name>CARVALHO, J. dos S.</name>
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      <name>SANTOS, H. H. C. dos</name>
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      <name>SOUZA, V. B.</name>
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      <name>SOUZA, V. G. de</name>
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    <id>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1175933</id>
    <updated>2025-05-25T19:56:59Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Práticas de cultivo do milho BRS 4104 biofortificado.
Autoria: CARVALHO, J. dos S.; FERREIRA, A. P. S.; SANTOS, H. H. C. dos; SOUZA, V. B.; SOUZA, V. G. de
Conteúdo: O milho biofortificado destaca-se dos convencionais por apresentar até 9 mcg de provitamina A por grama de milho em base seca. Nas comunidades rurais, o milho é amplamente produzido e consumido pelas famílias de agricultores, sendo ainda uma das culturas mais consumidas no território brasileiro. Destaca-se ainda a sua importância na culinária, na qual é utilizado em farinhas, pães, bolos, biscoitos, doces, sorvetes, pratos típicos, como pamonha, canjica, cuscuz, mingau, além de alimentos industrializados.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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