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  <title>DSpace Communidade: Embrapa Florestas (CNPF)</title>
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  <subtitle>Embrapa Florestas (CNPF)</subtitle>
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  <updated>2026-07-24T02:15:21Z</updated>
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    <title>Riscos climáticos para a olivicultura no Estado do Paraná.</title>
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      <name>WREGE, M. S.</name>
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      <name>OLIVEIRA, L. G. A. de</name>
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    <updated>2026-07-12T09:35:50Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Riscos climáticos para a olivicultura no Estado do Paraná.
Autoria: WREGE, M. S.; OLIVEIRA, L. G. A. de; NITSCHE, P. R.; BOGNOLA, I. A.; SOARES, M. T. S.; FRITZSONS, E.
Conteúdo: O interesse pelo cultivo de oliveira no Brasil não é recente, mas as informações sobre seu cultivo não avançaram no mesmo grau de interesse, faltando informações básicas sobre as cultivares, atentando para a necessidade de montar uma rede de experimentação, a fim de avaliar a tolerância da oliveira aos riscos climáticos e em que condições específicas de clima pode alcançar produtividades sustentáveis. Assim, o objetivo deste trabalho foi o de avaliar os riscos e os indicadores climáticos relacionados à produção de algumas cultivares de oliveira no Estado do Paraná e, com base nisto, criar classes indicadoras de risco para dar suporte à tomada de decisão sobre onde e quando plantar. Para este fim, foram calculadas as somas de horas de frio necessárias ao processo de invernalização com temperaturas inferiores a 12,5°C no período de abril a julho, a soma de temperaturas superiores a 10°C no período entre janeiro e abril, necessárias ao crescimento e maturação dos frutos, e a probabilidade de ocorrerem temperaturas mínimas no abrigo meteorológico inferiores a 3°C no mês de julho, temperatura relacionada à ocorrência de geada, no mês de maior risco de sua ocorrência. O Estado do Paraná apresenta uma ampla diversidade microclimática, em função das variações da altitude e de se situar em latitudes médias, na zona de transição climática entre o clima temperado e o tropical (Trópico de Capricórnio – 23° 27’ S). Em função disso, as condições médias nem sempre representam satisfatoriamente a realidade de campo e em muitos anos, as condições necessárias para a oliveira frutificar e produzir de forma sustentável, podem não ocorrer. O sucesso da olivicultura no país está diretamente relacionado à melhor combinação do material genético com a oferta das condições climáticas de cada região, isto é, a região que apresentar os menores riscos climáticos para a cultivar selecionada.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Cultivar BRSGTR 0701 Versátil de Eucalyptus benthamii.</title>
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      <name>SANTOS, P. E. T. dos</name>
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      <name>PALUDZYSZYN FILHO, E.</name>
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    <updated>2026-07-12T09:35:50Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Cultivar BRSGTR 0701 Versátil de Eucalyptus benthamii.
Autoria: SANTOS, P. E. T. dos; PALUDZYSZYN FILHO, E.
Conteúdo: Detalha o desenvolvimento da cultivar BRSGTR 0701 Versátil, uma linhagem de Eucalyptus benthamii aprimorada pela Embrapa Florestas para enfrentar as condições climáticas do Sul do Brasil. O texto explica que a principal virtude desse material genético é sua alta tolerância a geadas severas e temperaturas de até -10 °C, preenchendo uma lacuna na oferta de árvores produtivas para regiões de elevada altitude. A publicação descreve o rigoroso processo de melhoramento genético, que incluiu a introdução de sementes australianas para ampliar a base varietal e a aplicação de seleção genômica para otimizar o crescimento e a qualidade da madeira. Além de apresentar dados técnicos sobre a produtividade e a densidade do lenho, o documento destaca o potencial de uso múltiplo da espécie, sendo especialmente valiosa para a geração de energia e para indústrias que dependem de biomassa sustentável em climas frios.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Melhoramento genético do eucalipto no Brasil.</title>
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      <name>ASSIS, T. F. de</name>
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      <name>REIS, C. A. F.</name>
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    <updated>2026-07-12T09:35:50Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Melhoramento genético do eucalipto no Brasil.
Autoria: ASSIS, T. F. de; REIS, C. A. F.
Conteúdo: O texto analisa a trajetória e a relevância contínua do melhoramento genético clássico do eucalipto no Brasil, destacando como essa prática aumentou drasticamente a produtividade de madeira e otimizou o uso da terra nas últimas décadas. Os autores argumentam que, embora ferramentas biotecnológicas modernas sejam valiosas, elas dependem do "substrato genético" gerado pelos métodos tradicionais para serem eficazes. O artigo ressalta a necessidade vital de preservar a variabilidade genética e investir na formação de novos especialistas para enfrentar desafios contemporâneos, como mudanças climáticas, pragas e doenças. Em última análise, a obra defende um equilíbrio entre inovação tecnológica e técnicas convencionais de cruzamento para garantir a sustentabilidade e a competitividade da eucaliptocultura nacional diante de futuras adversidades ambientais.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Métricas de carbono do eucalipto destinado à produção de carvão vegetal: análise das emissões e remoções de GEE de florestas plantadas em Minas Gerais.</title>
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      <name>ZANATTA, J. A.</name>
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      <name>ROSSI, L. M. B.</name>
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      <name>HOLLER, W. A.</name>
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    <updated>2026-07-12T09:35:50Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Métricas de carbono do eucalipto destinado à produção de carvão vegetal: análise das emissões e remoções de GEE de florestas plantadas em Minas Gerais.
Autoria: ALBA, F.; MOREIRA, J. M. M. A. P.; ZANATTA, J. A.; ROSSI, L. M. B.; HOLLER, W. A.
Conteúdo: O estudo desenvolve métricas de carbono, especificamente o balanço e a pegada de carbono, na fase produtiva de florestas plan- tadas de eucalipto em Minas Gerais, destinadas ao suprimento do setor siderúrgico. O estado de Minas Gerais, um polo siderúrgico de relevância global, usa carvão vegetal como alternativa renovável em substituição ao carvão mineral na produção de ferro-gusa e aço. O estudo detalha as emissões em diferentes escalas produtivas (pe- quena e média) para prover uma visão abrangente das emissões e remoções de gases de efeito estufa (GEE) na silvicultura. Ambos os sistemas produtivos de eucalipto — em pequena e mé- dia escalas — operam como sumidouros líquidos de carbono. Este balanço líquido negativo (remoções superiores às emissões) indica que a produção de madeira para carvão vegetal, ativamente, remove dióxido de carbono da atmosfera. Este resultado reforça a susten- tabilidade ambiental das florestas plantadas e repassa parte dessa vantagem para produção de carvão vegetal de eucalipto. A contribui- ção se dá como alternativa de combustível renovável (substituindo o carvão mineral e mitigando, aproximadamente, 75% das emissões industriais), mas, também como um mecanismo eficaz para a mitiga- ção da mudança climática. A metodologia empregada adotou uma abordagem multifacetada, combinando um levantamento bibliográfico sistemático de bases de dados oficiais (como IBGE, Ibama e Rais) com a coleta de dados primários, mediante entrevistas semiestruturadas realizadas com pro- dutores de diferentes escalas em Minas Gerais. Foram configurados dois sistemas modais de produção, um para pequenos produtores (ciclo de 25 anos com 4 rotações) e outro para médios produtores (ciclo de 14 anos com 2 rotações). As emissões de GEE (fluxos di- retos e indiretos) foram calculadas seguindo-se, rigorosamente, as diretrizes metodológicas do IPCC (Intergovernamental Panel on Climate Change), utilizando-se fatores de emissão específicos para combustíveis, adubos e agroquímicos. O cálculo do balanço líquido de carbono foi obtido pela subtração entre as emissões totais e as remoções de GEE. É crucial notar que o sequestro de carbono, que indica o impacto da mudança do uso do solo no armazenamento de carbono, foi contabilizado, exclusivamente, na biomassa radicular e no solo para o período de 20 anos, evitando-se a dupla contagem do carbono estocado na biomassa aérea, que será reportado na fase industrial de produção do ferro-gusa. A evidência de que a produção de eucalipto atua como um sumi- douro líquido de carbono está intrinsecamente ligada à Ação Contra a Mudança Global do Clima (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 13 estabelecido pela Agenda 2030 da ONU), ao fornecer uma estraté- gia de mitigação baseada em sistemas florestais manejados adequa- damente. Também contribui para a conservação de ambientes flores- tais nativos por reduzir a pressão do desmatamento (ODS 15).</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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