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  <title>DSpace Communidade: Embrapa Florestas (CNPF)</title>
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  <subtitle>Embrapa Florestas (CNPF)</subtitle>
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  <updated>2026-06-12T05:09:42Z</updated>
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    <title>Riscos climáticos para a olivicultura no Estado do Paraná.</title>
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      <name>WREGE, M. S.</name>
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    <updated>2026-06-01T08:18:26Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Riscos climáticos para a olivicultura no Estado do Paraná.
Autoria: WREGE, M. S.; OLIVEIRA, L. G. A. de; NITSCHE, P. R.; BOGNOLA, I. A.; SOARES, M. T. S.; FRITZSONS, E.
Conteúdo: O interesse pelo cultivo de oliveira no Brasil não é recente, mas as informações sobre seu cultivo não avançaram no mesmo grau de interesse, faltando informações básicas sobre as cultivares, atentando para a necessidade de montar uma rede de experimentação, a fim de avaliar a tolerância da oliveira aos riscos climáticos e em que condições específicas de clima pode alcançar produtividades sustentáveis. Assim, o objetivo deste trabalho foi o de avaliar os riscos e os indicadores climáticos relacionados à produção de algumas cultivares de oliveira no Estado do Paraná e, com base nisto, criar classes indicadoras de risco para dar suporte à tomada de decisão sobre onde e quando plantar. Para este fim, foram calculadas as somas de horas de frio necessárias ao processo de invernalização com temperaturas inferiores a 12,5°C no período de abril a julho, a soma de temperaturas superiores a 10°C no período entre janeiro e abril, necessárias ao crescimento e maturação dos frutos, e a probabilidade de ocorrerem temperaturas mínimas no abrigo meteorológico inferiores a 3°C no mês de julho, temperatura relacionada à ocorrência de geada, no mês de maior risco de sua ocorrência. O Estado do Paraná apresenta uma ampla diversidade microclimática, em função das variações da altitude e de se situar em latitudes médias, na zona de transição climática entre o clima temperado e o tropical (Trópico de Capricórnio – 23° 27’ S). Em função disso, as condições médias nem sempre representam satisfatoriamente a realidade de campo e em muitos anos, as condições necessárias para a oliveira frutificar e produzir de forma sustentável, podem não ocorrer. O sucesso da olivicultura no país está diretamente relacionado à melhor combinação do material genético com a oferta das condições climáticas de cada região, isto é, a região que apresentar os menores riscos climáticos para a cultivar selecionada.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Cultivar BRSGTR 0701 Versátil de Eucalyptus benthamii.</title>
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      <name>SANTOS, P. E. T. dos</name>
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      <name>PALUDZYSZYN FILHO, E.</name>
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    <updated>2026-05-24T16:19:57Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Cultivar BRSGTR 0701 Versátil de Eucalyptus benthamii.
Autoria: SANTOS, P. E. T. dos; PALUDZYSZYN FILHO, E.
Conteúdo: Detalha o desenvolvimento da cultivar BRSGTR 0701 Versátil, uma linhagem de Eucalyptus benthamii aprimorada pela Embrapa Florestas para enfrentar as condições climáticas do Sul do Brasil. O texto explica que a principal virtude desse material genético é sua alta tolerância a geadas severas e temperaturas de até -10 °C, preenchendo uma lacuna na oferta de árvores produtivas para regiões de elevada altitude. A publicação descreve o rigoroso processo de melhoramento genético, que incluiu a introdução de sementes australianas para ampliar a base varietal e a aplicação de seleção genômica para otimizar o crescimento e a qualidade da madeira. Além de apresentar dados técnicos sobre a produtividade e a densidade do lenho, o documento destaca o potencial de uso múltiplo da espécie, sendo especialmente valiosa para a geração de energia e para indústrias que dependem de biomassa sustentável em climas frios.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Melhoramento genético do eucalipto no Brasil.</title>
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      <name>ASSIS, T. F. de</name>
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      <name>REIS, C. A. F.</name>
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    <updated>2026-03-29T12:29:22Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Melhoramento genético do eucalipto no Brasil.
Autoria: ASSIS, T. F. de; REIS, C. A. F.
Conteúdo: O texto analisa a trajetória e a relevância contínua do melhoramento genético clássico do eucalipto no Brasil, destacando como essa prática aumentou drasticamente a produtividade de madeira e otimizou o uso da terra nas últimas décadas. Os autores argumentam que, embora ferramentas biotecnológicas modernas sejam valiosas, elas dependem do "substrato genético" gerado pelos métodos tradicionais para serem eficazes. O artigo ressalta a necessidade vital de preservar a variabilidade genética e investir na formação de novos especialistas para enfrentar desafios contemporâneos, como mudanças climáticas, pragas e doenças. Em última análise, a obra defende um equilíbrio entre inovação tecnológica e técnicas convencionais de cruzamento para garantir a sustentabilidade e a competitividade da eucaliptocultura nacional diante de futuras adversidades ambientais.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Estoque de carbono em plantios de eucalipto em Minas Gerais: efeito da mudança de uso do solo.</title>
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      <name>ALBA, F.</name>
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      <name>MOREIRA, J. M. M. A. P.</name>
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      <name>HOLLER, W. A.</name>
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    <updated>2026-01-25T23:41:52Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estoque de carbono em plantios de eucalipto em Minas Gerais: efeito da mudança de uso do solo.
Autoria: ALBA, F.; ZANATTA, J. A.; ROSSI, L. M. B.; MOREIRA, J. M. M. A. P.; HOLLER, W. A.
Conteúdo: As florestas plantadas têm papel de destaque no enfrentamento da mu- dança do clima. Esse documento traz uma análise sobre a magnitude dos estoques de carbono de plantios florestais e sua contribuição para a mitiga- ção da mudança do clima, destacando métricas imprescindíveis para a con- tabilidade de carbono dos sistemas de produção. A análise aborda estudos desenvolvidos no estado de Minas Gerais, com foco em plantios de euca- lipto destinados à produção de carvão vegetal para o setor de ferro-gusa. O trabalho se insere no contexto da crescente necessidade de o Brasil con- solidar o potencial de sequestro de carbono dos plantios florestais, servindo tanto como base às políticas públicas de estímulo à adaptação e mitigação de gases de efeito estufa (GEE) como Plano ABC+, mas também atender às demandas do setor florestal. A importância do estudo está em fornecer métricas quantitativas e comparáveis para superar a carência de dados regionais precisos para a contabilidade de GEE no País. Essas métricas podem subsidiar inventá- rios nacionais e, principalmente, garantir a competitividade e a reputação ambiental dos produtos florestais brasileiros em mercados internacionais. O trabalho confirma que plantios florestais atuam como um sumidouro de carbono, principalmente daquele contido em raízes e no solo, com potencial de acumular mais de 99 t ha-1 de CO2e no horizonte de 20 anos. O estudo se baseou numa revisão sistemática da literatura para organi- zar e juntar dados regionais e gerar métricas robustas e representativas do ambiente estudado. O estudo avaliou os estoques de carbono em três com- partimentos cruciais: a biomassa aérea, a biomassa radicular e o carbono armazenado no solo. Para analisar o efeito da mudança de uso do solo, a pesquisa adotou o índice de alteração do carbono do solo (IAC), nas transi- ções envolvendo Cerrado/eucalipto e pastagem/eucalipto, além de estimar o fator R, que representa a alocação de carbono radicular (R) em relação ao carbono da parte aérea. 4 Documentos 408 O trabalho contribui diretamente para a Agenda 2030 das Nações Uni- das, estando alinhado com dois Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O primeiro é o ODS 13 (Ação contra a mudança global do clima), ao quantificar o potencial de mitigação e sequestro de carbono do sistema. O segundo é o ODS 15 (Vida Terrestre), pois a disponibilidade de madeira de plantio e a gestão do carbono no solo, conforme demonstrado (espe- cialmente na conversão de pastagens), promovem o uso sustentável dos ecossistemas e aliviam a pressão de extração sobre as florestas nativas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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