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  <title>DSpace Coleção: Prosa Rural (CPAA)</title>
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  <subtitle>Prosa Rural (CPAA)</subtitle>
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  <updated>2026-04-25T19:39:13Z</updated>
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    <title>PRÁTICAS de conservação de solo: programa 26. Programa Prosa Rural.</title>
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    <updated>2019-01-02T23:13:24Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: PRÁTICAS de conservação de solo: programa 26. Programa Prosa Rural.
Conteúdo: Normalmente, o uso dos solos para fins agrícolas causa impactos no ambiente. Práticas de manejo do solo usadas na produção agrícola podem causar degradação e até mesmo à alteração da condição natural do solo. Durante o programa, a equipe da Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus - AM) trará informações sobre práticas conservacionistas, que permite o cultivo do solo sem enfraquecê-lo. Essas praticas fazem parte de agricultura moderna e permite controlar a erosão, resultando na harmonia da paisagem. Essas práticas podem ser classificadas em três grupos: edáficas, que dizem respeito ao solo, procurando manter e melhorar a fertilidade e disponibilidade dos nutrientes para as plantas, como a eliminação e o controle de queimadas, adubações, calagens e rotação de culturas; mecânicas, dizem respeito ao trabalho de conservação do solo com a utilização de máquinas: preparo do solo e plantio, plantio em curvas de nível e construção de terraços; por fim, as práticas de caráter vegetativo, que visam controlar a erosão pelo aumento da cobertura do solo com árvores, folhagens ou resíduos.</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>PISCICULTURA: produção de ração para criação de peixes: programa 21. Programa Prosa Rural.</title>
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    <updated>2019-01-02T23:13:15Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: PISCICULTURA: produção de ração para criação de peixes: programa 21. Programa Prosa Rural.
Conteúdo: O melhor alimento para peixes em sistemas de cultivos é ração balanceada com níveis ideais de proteína. Os animais aquáticos necessitam de uma maior quantidade de proteínas para crescerem do que os animais terrestres. Isso porque os peixes não absorvem bem o carboidrato, porém eles possuem uma maior conversão alimentar. Durante o programa, a equipe da Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus - AM) trará informações sobre como ser a alimentação dos peixes. A fonte principal de proteína encontrada na ração de peixes está na soja, com a complementação de aminoácidos de milho e farinha de peixe. A ração balanceada foi desenvolvida para obter um maior crescimento dos animais em um determinado espaço de tempo. O alimento não balanceado diminui o crescimento e incorpora gordura na carne, originando um peixe gordo com uma carne de sabor diferente.</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>COLETA de amostras de solo para avaliação da fertilidade - programa 40. Programa Prosa Rural.</title>
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    <updated>2019-01-02T23:14:39Z</updated>
    <published>2007-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: COLETA de amostras de solo para avaliação da fertilidade - programa 40. Programa Prosa Rural.
Conteúdo: primeiro passo para o agricultor rural conseguir boa colheita é preparar o terreno onde vai estabelecer o seu plantio. Para saber se a terra corresponderá às suas expectativas, é recomendável que faça, antes do plantio, uma análise química do solo para saber se precisará de corretivos (calagem) e adubação (fertilizantes) que vão contribuir para o desenvolvimento da plantação. De acordo com o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Paulo César Teixeira, que participa do programa, a análise química é uma importante ferramenta para o agricultor, pois permite diagnosticar a fertilidade do solo e, a partir dos resultados, fazer recomendações de adubação e calagem. Ao fazer a calagem empregando a dose certa de corretivo, assim como aplicando a quantidade de fertilizantes (nutrientes) exigido pela cultura, o agricultor terá uma possibilidade maior de obter o esperado e merecido lucro pelo seu esforço. "A amostra de solos é um dos passos mais importantes dentro de um programa de adubação. A partir do resultado, a assistência técnica fará as recomendações de correção de calagem e adubação das culturas a serem implantadas ou já instaladas". A coleta dos solos poderá ser feita em qualquer época do ano, porem, é recomendado que as amostras sejam retiradas no mínimo 60 dias antes da calagem. Também é preferível que a coleta seja realizada no inicio da estação seca para as culturas anuais e, para as perenes, após a colheita. O primeiro passo para se obter a amostra é a escolha da área a ser examinada. Deve-se fazer a divisão da propriedade ou áreas não somente em função do tamanho, mas sim em áreas com características semelhantes, ou seja, quanto a cor, topografia (baixada ou encosta), condições de drenagem, textura (argilosa ou arenosa), vegetação e adubação e calagem feitas em anos anteriores. Em áreas com culturas perenes, deve-se também estratificar a área em função da espécie cultivada, idade das plantas, do sistema de produção e da produtividade. As áreas escolhidas deverão ser percorridas em zig zag de forma aleatória. Definidos os pontos de amostragem, deve-se limpar o local retirando capim, pedras, sujeira. Recomenda-se evitar locais onde houve queima de restos culturais ou tocos, presença de formigueiros ou cupinzeiros, depósito de adubos, local de deposição de fezes e cochos ou saleiros em pastagens. As amostras devem ser retiradas na profundidade de 0 a 20 centímetros de profundidade com o auxílio de um enxadão. Deve-se tomar o cuidado de se retirar sempre a mesma quantidade de solo de cada ponto amostrado para dar maior representatividade à amostra. Em cada área homogênea selecionada devem ser coletas de 15 a 20 amostras simples que podem ser colocadas em um balde limpo. Deve-se quebrar os torrões dentro do balde e retirar pedras e pedaços de madeira ou outros resíduos e misturar bem formando uma amostra composta. Desta, devem ser retirados aproximadamente 250 g para envio ao laboratório. As amostras compostas devem ser acondicionadas em sacos plásticos e enviadas ao laboratório contendo as seguintes informações: nome do solicitante e da propriedade, endereço, número da amostra, data da coleta, profundidade, local de coleta, cultura existente e a ser plantada na área, tipo de relevo. A amostragem pode ser realizada em intervalos de um a quatro anos, podendo ser variável em função do manejo adotado. Alguns cuidados devem ser tomados como a limpeza total dos equipamentos utilizados na coleta; não misturar amostras simples coletadas em diferentes camadas do solo; no caso de coletar amostras em várias profundidades, utilizar um balde ou saco plástico para receber as amostras simples de cada camada; não enviar amostras para o laboratório em recipientes ou embalagens já usados; reforçar bem a embalagem para envio ao laboratório.</summary>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>NOVO método de controle da sigatoka-negra da bananeira - programa 2.</title>
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    <updated>2019-03-23T00:13:52Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: NOVO método de controle da sigatoka-negra da bananeira - programa 2.
Conteúdo: A sigatoka-negra da bananeira é uma doença que pode acabar com uma plantação inteira. Seu controle normalmente é realizado pelo uso de plantações resistentes ou fazendo aplicações de fungicidas nas plantas. Os pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus/AM) desenvolveram um método especial de aplicar os fungicidas, de maneira simples e com equipamentos que o produtor pode fazer. O novo método de aplicação de fungicidas para o combate à sigatoka-negra consiste em aplicar uma pequena quantidade de fungicida puro - Flutriafol e/ou Azoxystrobin.- direto na axila foliar da bananeira. O aparelho que o produtor irá utilizar para esse procedimento é formado por uma seringa veterinária, juntamente com uma mangueira de 25cm, e um cano metálico de aproximadamente 2m de comprimento. A aplicação deve ser feita na segunda folha, contada de cima pra baixo. A freqüência da administração depende da região e da chuva nos locais de plantação. Uma das vantagens dessa técnica está na redução de custo, visto que não é necessário o uso de pulverização aérea - técnica usada para o controle de doenças em plantações de bananeiras. Outro ponto positivo é que não há necessidade de se levar um volume grande de água para o campo, pois a aplicação é feita direto na planta, isso traz uma simplificação no processo de produção. Durante o programa, o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Luadir Gasparotto, dá mais detalhes sobre o funcionamento dessa nova técnica, além de dicas para o pequeno produtor de como fazer o aparelho utilizado na aplicação. O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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