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  <title>DSpace Coleção: Artigo de divulgação na mídia (CPAF-AP)</title>
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  <subtitle>Artigo de divulgação na mídia (CPAF-AP)</subtitle>
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  <updated>2026-04-07T03:28:36Z</updated>
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    <title>Resposta de pastagens degradadas de brachiaria brizantha cv. marandu à doses de nitrogênio e fósforo.</title>
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    <updated>2026-03-08T22:02:18Z</updated>
    <published>2005-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Resposta de pastagens degradadas de brachiaria brizantha cv. marandu à doses de nitrogênio e fósforo.
Autoria: COSTA, N. de L.; TOWNSEND, C. R.; MAGALHAES, J. A.; PEREIRA, R. G. de A.
Conteúdo: Avaliou-se o efeito níveis de nitrogênio (0, 50 e 100 kg /ha) e de fosforo (0, 50 e 100 kg P,O5 /ha) sobre a produção de matéria seca (MS) e composição química da forragem de pastagens degradadas de Brachiaria brizantha cv. Marandu. A adubação com nitrogênio e fosforo mostrou-se uma pratica agronômica tecnicamente viável para a recuperação de pastagens de B. brizantha cv. Marandu. Os rendimentos de MS, teores de proteína bruta e fósforo da gramínea foram significativamente incrementados com a aplicação de níveis crescentes de nitrogênio e fósforo, ocorrendo o inverso em relação as plantas invasoras. A adubação nitrogenada ou fosfatada não afetou os teores de cálcio e magnésio. A aplicação conjunta de 50 kg N/ha e de 100 kg P,Os/ha foi suficiente para assegurar a recuperação da pastagem, proporcionando resultados semelhantes aos obtidos com os níveis máximos dos nutrientes.</summary>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Efeito de regimes de cortes sobre a produtividade e composição química da leucena.</title>
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    <updated>2026-03-08T22:02:19Z</updated>
    <published>2005-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Efeito de regimes de cortes sobre a produtividade e composição química da leucena.
Autoria: COSTA, N. de L.; TOWNSEND, C. R.; MAGALHAES, J. A.; PEREIRA, R. G. de A.
Conteúdo: Os efeitos de frequências (40, 60 e 80 dias) e alturas de corte (50 e 80 cm) sobre o rendimento de foragem e composição química da leucena (Leucaena leucocephala cv. Cunninghan) foi avaliado em Porto Velho, Rondônia. Cortes realizados a cada 80 dias, a 50 ou 80 cm acima do solo, proporcionaram os maiores rendimentos de matéria seca e teores de cálcio. Os teores de nitrogênio, fósforo e magnésio não foram afetados pelos diferentes regimes de cortes. Os maiores teores de potássio foram verificados com cortes a cada 60 dias e a 60 cm acima do solo. Cortes muito frequentes e a baixa altura mostraram-se inviáveis para o manejo da leucena, proporcionando baixos rendimentos de forragem e afetando negativamente a persistência das plantas. Visando conciliar rendimento e qualidade de forragem, o manejo mais adequado para a leucena consiste em cortes a intervalos de 80 dias e entre 50 e 80 cm acima do solo.</summary>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Desenvolvimento agrícola ou conservação ambiental?</title>
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    <updated>2017-08-16T12:33:50Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Desenvolvimento agrícola ou conservação ambiental?
Autoria: YOKOMIZO, G. K.-I.</summary>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ureia revestida aumenta a eficiência do nitrogênio.</title>
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      <name>SOUZA, J. R. de</name>
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      <name>CASTRO, G. S. A.</name>
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    <updated>2017-08-16T14:34:08Z</updated>
    <published>2014-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Ureia revestida aumenta a eficiência do nitrogênio.
Autoria: SOUZA, J. R. de; CASTRO, G. S. A.
Conteúdo: É crescente a preocupação de produtores e agências de fomento sobre o futuro e uso dos recursos naturais não renováveis, em especial dos fertilizantes agrícolas, sendo este tema recorrente em seminários, palestras e cursos voltados para estes públicos. Analisando a participação de cada insumo e operação agrícola sobre o custo de produção das grandes culturas, observa-se que a adubação corresponde a valores próximos a 30% para o milho, soja e citros e 25% para o algodão e cana-de-açúcar. E se levarmos em consideração a elevada dependência do Brasil ao mercado externo de fertilizantes que chega a 54% para o nitrogênio, 76% para o fósforo e 94% para o potássio, a preocupação se estende ainda mais com o uso racional destes produtos. Especialmente em relação ao N, existem diferentes fontes disponíveis ao agricultor, sendo a ureia a mais utilizada no Brasil, com a desvantagem de apresentar elevadas perdas de N por volatilização e lixiviação, podendo causar prejuízos ambientais através da lixiviação de nitrato e emissão de N2O (óxido nitroso), um dos maiores causadores do efeito estufa. Com a crescente demanda por fertilizantes nitrogenados, principalmente nos países em desenvolvimento, se faz necessário o trabalho constante para que haja suprimento adequado e que o passivo ambiental do uso destes fertilizantes seja racional. Se o desafio das próximas décadas é produzir alimentos de origem animal e vegetal sem impactos negativos sobre os ecossistemas e manter a qualidade de vida, alguns especialistas já apontam para algumas estratégias, dentre elas o aumento da eficiência de uso dos fertilizantes, através de novas tecnologias. Com base nestes problemas, cresceu durante a década passada o estudo de polímeros que tem como finalidade a proteção dos fertilizantes buscando a minimização das perdas que ocorrem em cada elemento. Neste sentido a Kimberlit Agrociências, foi uma das empresas pioneiras, que depositou suas fichas no estudo e na elaboração de polímeros voltados para este fim, obtendo resultados animadores nas principais culturas de interesse agronômico.</summary>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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