DSpace

Infoteca-e » Embrapa Amazônia Oriental (CPATU) » Prosa Rural (CPATU) »

Por favor, utilize esse identificador para citar ou referenciar esse registro:
http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/883752

FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpaceOrkut

Formato RegistroConteúdo
Unidade da Embrapa/Coleção: Embrapa Amazônia Oriental - Prosa Rural (INFOTECA-E)
Identificador: 44199
Data de Envio: 29-Mar-2011
Tipo do Material: Prosa Rural (INFOTECA-E)
Título: ALIMENTO artificial à base de soja para meliponicultura - programa 2.
Edição: 2011
Fonte/Imprenta: In: PROGRAMA Prosa Rural: Norte: fevereiro. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2011.
Descrição Física : 1 CD-ROM.
Idioma: pt_BR
Notas: Programa de rádio.
Palavras-chaves: Abelha-sem-ferrão
Alimento para animal
Thesagro: Dieta
Conteúdo: Os criadores de abelhas nativas sem ferrão contam, desde 2009, com duas novas dietas artificiais protéicas desenvolvidas pela Embrapa Amazônia Oriental (Belém/PA) para a manutenção das colônias. A instituição realiza, há cerca de uma década, trabalhos de pesquisa em meliponicultura, considerada excelente alternativa para a geração de renda entre as populações do interior da Amazônia. O Prosa Rural desta semana fala sobre alimento artificial à base de soja para a meliponicultura e tem a participação do pesquisador Giorgio Venturieri. As abelhas se alimentam, basicamente, com pólen e néctar provenientes das flores. Nos períodos de escassez de florada, a utilização de alimentação artificial é prática habitual entre os meliponicultores. Garante a sustentabilidade da produção de ninhos e sua multiplicação em larga escala, evitando também a derrubada de árvores para a retirada dos ninhos. As duas dietas são à base de soja, escolhida por ter alto valor protéico, ser semelhante ao pólen e ter valor comercial mais baixo que o do pólen de Apis mellifera (abelha-européia), alimento normalmente usado como substituto na alimentação de abelhas nativas sem ferrão. Foram desenvolvidas para alimentar colônias de uruçu-cinzenta (ou tiúba, no Maranhão) e uruçu-amarela - Melipona fasciculata e Melipona flavolineata, respectivamente - duas das oito espécies de meliponíneos consideradas de grande potencial para a geração de renda no Pará, entre as 70 conhecidas pela ciência no Estado. Compostas por saburá (pólen fermentado), extrato de soja, açúcar e água, as dietas têm metodologias diferentes de preparo da mistura para adaptá-las às necessidades das duas espécies. Durante os trabalhos de elaboração da alimentação artificial para a M. fasciculata, também foi estabelecida (para efeitos de pesquisa, mas facultativa para fins de criação) uma metodologia de rastreamento. O alimento ingerido foi rastreado dentro do ninho e no aparelho digestivo das abelhas com o auxílio de anilina líquida colorida comestível. Ouça o Prosa Rural desta semana e saiba mais sobre este assunto. O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Ano de Publicação: 2011
Aparece nas Coleções:Prosa Rural (CPATU)
Arquivo TamanhoFormatoVisualizar
PGM02alimentoartificialmeliponicultura.mp38,98 MBUnknownDownload

Formato Dublin Core

Estatísticas