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http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/880834

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Unidade da Embrapa/Coleção: Embrapa Gado de Corte - Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Identificador: 13786
Data de Envio: 15-Mar-2011
Tipo do Material: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Autoria: CHIARI, L.
JERBA, V. de F.
FERNANDES, C. D.
RESENDE, R. M. S.
Informações Adicionais: LUCIMARA CHIARI, CNPGC; Vanessa de Fátima Jerba, Bolsista de Desenvolvimento Científico Regional (DCR) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)/Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect).; CELSO DORNELAS FERNANDES, CNPGC; ROSANGELA MARIA SIMEAO RESENDE, CNPGC.
Título: Variabilidade genética molecular entre acessos de Stylosanthes capitata e Stylosanthes macrocephala, resistentes e suscetíveis à antracnose.
Edição: 2010
Fonte/Imprenta: Campo Grande, MS: Embrapa Gado de Corte, 2010.
Páginas: 28 p.
Série: (Embrapa Gado de Corte. Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento, 27)
Idioma: pt_BR
Palavras-chaves: Pastagem
Melhoramento genético vegetal
Leguminosa forrageira
Stylosanthes capitata
Stylosanthes macrocephala
Variedade resistente
Antracnose
Conteúdo: Stylosanthes capitata e S. macrocephala são, atualmente, as leguminosas forrageiras mais importantes para incrementar a alimentação animal, como fonte de proteína para o gado, e para a recuperação de pastagens degradadas, por capacidade de fixação de nitrogênio no solo. Marcadores Random Amplified Polymorphic DNA (RAPD) foram utilizados com o objetivo de avaliar a variabilidade genética de 14 acessos, resistentes e suscetíveis à antracnose, dessas duas espécies. Um total de 154 bandas de DNA foi gerado usando-se 26 primers, e em S. capitata foram amplificadas 115 bandas e em S. macrocephala 105. Os índices de similaridade genética obtidos variaram de 0,741 a 0,913 em S. capitata e de 0,724 a 0,924 em S. macrocephala, revelando uma baixa variabilidade genética em cada espécie. Enquanto que, comparando-se os acessos das duas espécies, a média de similaridade foi 0,363, indicando uma alta variabilidade genética interespecífica. Um dendrograma foi construído conforme o método Unweighted Pair-group Method with Arithmetical Average (UPGMA) e dois grupos bem distintos foram formados, que corresponderam as duas espécies. Subgrupos puderam ser evidenciados em cada espécie, sem mostrar relação com a resistência ou suscetibilidade à antracnose. Resultado similar foi obtido com o método de Tocher, porém, nesse caso, em S. macrocephala os acessos resistentes ficaram agrupados separadamente dos suscetíveis. Esses resultados são relevantes na escolha de acessos resistentes à antracnose, visando ao desenvolvimento de novas cultivares a partir de misturas desses acessos ou seleção de genitores para cruzamentos.
Ano de Publicação: 2010
URI: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/880834
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