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Por favor, utilize esse identificador para citar ou referenciar esse registro: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/767511
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| Formato Registro | Conteúdo |
| Unidade da Embrapa/Coleção: | Embrapa Hortaliças - Séries anteriores (INFOTECA-E) |
| Identificador: | 18698 |
| Data de Envio: | 7-Jul-2000 |
| Tipo do Material: | Séries anteriores (INFOTECA-E) |
| Autoria: | LUENGO, R. de F.A. MOITA, A.W. |
| Informações Adicionais: | EMBRAPA-CNPH, Brasilia, DF. |
| Título: | Desenvolvimento de embalagem plastica para transporte e comercializacao de tomate. |
| Edição: | 1999 |
| Fonte/Imprenta: | Brasilia: Embrapa Hortalicas, 1999. |
| Páginas: | 6p. |
| Série: | (Embrapa Hortalicas. Pesquisa em Andamento, 35). |
| Idioma: | pt_BR |
| Palavras-chaves: | Tomate Transporte Comercializacao Embalagem Pos-colheita Perda pos-colheita Lycopersicon esculentum Tomatoes Transportation Marketing Packaging Postharvest Postharvest losses |
| Conteúdo: | Atualmente, no Brasil, a embalagem mais usada para tomate continua sendo a caixa de madeira que era usada para transportar querosene na Segunda Guerra Mundial, há meio século, conhecida por caixa ´K´. Os aspectos desejáveis da caixa 'K' incluem o fato de ser retornável e resistente. Os aspectos indesejáveis incluem o fato de possuir superfície áspera; alojar patógenos, funcionando como fonte de inóculo; aberturas laterais cortantes; profundidade excessiva, que comporta grande número de camadas de produtos; ser tampada. Essas características favorecem às injúrias mecânicas e comprometem a durabilidade e qualidade das hortaliças. Sabendo-se que as necessidades de proteção dos produtos vegetais são diferentes, torna-se necessário que as embalagens para protegê-los sejam específicas. Assim, o objetivo deste trabalho é desenvolver uma embalagem apropriada para tomate. O protótipo foi testado em relação à caixa 'K' e caixa de plástico já existente no mercado. Logo após a colheita os mesmos tratamentos foram deixados no sol ou na sombra, durante duas horas, para observar se influenciariam os frutos. As características avaliadas foram: variação de matéria fresca, aferida através de balança; vida útil, pelo período em que o vegetal esteve em perfeitas condições de ser comercializado; cor, pela escala com quatro classes para pimentão; variação da firmeza, medida por "push-pull"; teor relativo de água; deterioração, pelo número e peso de frutos deteriorados. Devido à grande influência dos danos mecânicos sobre as perdas pós-colheita, provavelmente este seja o fator mais importante na avaliação do protótipo. Houve diferença estatística entre os tratamentos, sendo que o protótipo apresentou as menores porcentagens de danos mecânicos, o que é desejável. Também houve diferença estatística para deterioração. Nas demais características, o protótipo não diferiu estatisticamente dos outros tratamentos. |
| Ano de Publicação: | 1999 |
| URI: | http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/767511 |
| Aparece nas Coleções: | Séries Anteriores (CNPH)
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