DSpace

Infoteca-e » Embrapa Gado de Corte (CNPGC) » Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPGC) »

Por favor, utilize esse identificador para citar ou referenciar esse registro:
http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/327201

FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpaceOrkut

Formato RegistroConteúdo
Unidade da Embrapa/Coleção: Embrapa Gado de Corte - Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Identificador: 12734
Data de Envio: 1-Set-2009
Tipo do Material: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Autoria: KOLLER, W. W.
GOMES, A.
BARROS, A. T. M. de.
Informações Adicionais: Wilson Werner Koller, CNPGC; Alberto Gomes, pesquisador aposentado CNPGC; Antonio Thadeu Medeiros de Barros, CPAP.
Título: Diagnóstico da resistência do carrapato-do-boi a carrapaticidas em Mato Grosso do Sul.
Edição: 2009
Fonte/Imprenta: Campo Grande, MS : Embrapa Gado de Corte, 2009.
Páginas: 47 p.
Descrição Física : il. Color.
Série: (Embrapa Gado de Corte. Boletim de pesquisa e desenvolvimento, 25).
Idioma: pt_BR
Palavras-chaves: Sanidade animal
Bovino
Carrapato
Rhipicephalus Boophilus microplus
Controle químico
Mato Grosso do Sul
Brasil
Conteúdo: No Brasil, casos de resistência do carrapato-do-boi [Rhipicephalus (Boophilus) microplus] aos acaricidas organofosforados têm sido relatados a partir do início dos anos de 1970 e, aos piretróides, no fi nal dos anos de 1980. Desde então, as reclamações de produtores quanto a esse problema vêm se avolumando em todas as regiões pecuárias. Por isso, torna-se importante conhecer bem a real situação de sua resistência e caracterizar adequadamente seu controle a fi m de torná-lo mais efi ciente e reduzir seu custo. Este estudo objetivou avaliar a suscetibilidade de populações de R. (B.) microplus em relação a acaricidas de distintas classes e caracterizar seu controle no Estado de Mato Grosso do Sul. Para tanto, foram realizados bioensaios toxicológicos com carrapatos obtidos em bovinos de propriedades de gado de corte e de leite em onze das principais regiões produtivas do Estado: Três Lagoas, Dourados, Alto Taquari, Iguatemi, Baixo Pantanal, Campo Grande, Bodoquena, Paranaíba, Aquidauana, Nova Andradina e Cassilândia. A escolha das propriedades amostradas priorizou aquelas com histórico de problemas críticos no controle químico dos carrapatos, mas, na ausência deles em condições de realizar os testes com tal precedente histórico, as fazendas foram escolhidas por consulta conforme a disponibilidade de carrapatos. Nos testes de suscetibilidade foi utilizada a técnica de imersão de teleóginas (cinco minutos), com posterior avaliação de parâmetros biológicos. Na imersão foram utilizados doze acaricidas comerciais (totalizando sete princípios ativos pertencentes a quatro classes distintas): amitraz; diazinon; cipermetrina; clorpirifós + cipermetrina + citronelal; diclorvós (DDVP) + clorfenvinfós; cimiazole + cipermetrina; etion + cipermetrina; DDVP + clorpirifós; clorpirifós + cipermetrina; cipermetrina + clorpirifós + butóxido de piperonila + citronelal e cipermetrina + clorfenvinfós. Após a imersão (lotes de no mínimo 10 teleóginas por produto), as teleóginas foram secas e mantidas em câmara climatizada por 30 dias para a avaliação de parâmetros reprodutivos, tais como: peso da postura (no 16o dia), taxa de eclosão e efi ciência reprodutiva (no 40o dia). Foram considerados eficazes os produtos cuja efi cácia foi igual ou superior a 95%, critério este estabelecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para o registro de novos produtos. Em todas as propriedades foi verificada resistência a pelo menos um produto carrapaticida, havendo diversas propriedades com resistência de até 100% a um ou mais princípios ativos. Constatou-se que a efi cácia dos produtos piretróides nas populações amostradas foi, em geral, inferior a 70%, não sendo recomendado seu uso nas propriedades visitadas. Dentre os doze produtos avaliados, apenas dois produtos, DDVP 60% + clorfenvinfós 20% (97,68%) e Cipermetrina 15% + clorpirifós 25% + butóxido de piperonila 15% + citronelal 1% (100%), apresentaram efi cácia média superior a 95% e devem controlar satisfatoriamente as infestações pelo carrapato em condições de campo. Paralelamente, observou-se que os pecuaristas utilizam, também, produtos não autorizados ou sem registro ofi cial e efetuam diferentes combinações de produtos a seu dispor, incluindo produtos caseiros ou específi cos para uso agrícola, em função da ausência de um programa nacional de controle do carrapato bovino.
Ano de Publicação: 2009
Aparece nas Coleções:Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPGC)
Arquivo Descrição TamanhoFormatoVisualizar
BP25.pdf1,21 MBAdobe PDFThumbnail
Download

Formato Dublin Core

Estatísticas