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    <title>DSpace Collection: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPAF-RO)</title>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/item/461</link>
    <description>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPAF-RO)</description>
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      <title>The Collection's search engine</title>
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      <title>Efeito de doses crescentes de vermicomposto no crescimento de freijó-louro em solos de baixa fertilidade.</title>
      <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/901732</link>
      <description>Title: Efeito de doses crescentes de vermicomposto no crescimento de freijó-louro em solos de baixa fertilidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: VIEIRA, A. H.; RODRIGUES, V. G. S.; AZEVEDO, M. dos S. F. R. de; SOUZA, V. F. de; ROSSI, L. M. B.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: Este estudo compara o efeito da utilização de doses crescentes de vermicomposto na implantação de povoamentos de freijó-louro (Cordia alliodora (Ruiz &amp; Pav.) Oken) em solos de baixa fertilidade. Foram testados sete níveis de adubação com 0, 1, 2, 3, 4, 5 e 6 kg de vermicomposto por planta, colocados na cova antes do plantio. A parcela experimental foi composta por 12 plantas com espaçamento de 1,5 m X 1,5 m e o delineamento experimental em blocos ao acaso. Foram avaliados a altura e o diâmetro aos seis, 12 e 18 meses, após o plantio. Aos seis meses de idade não houve diferença a partir de 1 kg de vermicomposto por cova para a variável altura e para a variável diâmetro, a partir de 2 kg por cova. Entretanto, aos 12 e 18 meses de idade os tratamentos com 2, 3, 4, 5 e 6 kg de vermicomposto por cova não apresentaram diferenças e foram superiores aos demais para a variável altura. Para diâmetro aos 18 meses os tratamentos com 3, 4, 5 e 6 kg não apresentaram diferenças entre si.</description>
      <pubDate>Wed, 28 Sep 2011 22:58:59 GMT</pubDate>
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      <title>Condicionantes agroclimáticas para a ricinocultura em Rondônia: I. Regiões norte e centro-leste.</title>
      <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/901469</link>
      <description>Title: Condicionantes agroclimáticas para a ricinocultura em Rondônia: I. Regiões norte e centro-leste.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: RAMALHO, A. R.; GODINHO, V. de P. C.; UTUMI, M. M.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: O Estado de Rondônia é dependente do complexo multimodal, formado pela Rodovia Marechal Rondon (BR-364) e a hidrovia Madeira-Amazonas, para a circulação interna e a agroexportação de produtos de baixo valor agregado. Provavelmente em curto prazo, a produção do biodiesel, a partir da mamona e outras fontes bioenergéticas, tenha alta demanda tecnológica de produção agrícola, beneficiamento e refinarias de óleos vegetais. Embora a ricinocultura não seja tradicional no Estado, poderá vir a ser estratégica para a agroeconomia e o desenvolvimento sustentado regional. Utilizando-se da metodologia de Thornthwaite e Mather, estimaram-se os dados das condições hídricas do solo (balanços hídricos) para capacidade de retenção de água disponível no solo de duas localidades representativas de Rondônia, objetivando a predição das épocas de semeadura para o cultivo tecnificado da mamona (Ricinus communis L.). Concluiu-se que embora as regiões norte e centro-Leste apresentem algumas limitações ambientais, as condições agrocli áticas e o balanço hídrico das regiões de Porto Velho (norte) e Ouro Preto d?Oeste (centro-leste), são satisfatórias para a icinocultura permitindo preliminarmente indicar o período de semeadura entre 1°/fevereiro a 1º/março. A confirmação dos resultados preliminares dependerá dos testes de validação (cultivares precoces, épocas, locais e interação genótipo x ambiente).</description>
      <pubDate>Mon, 26 Sep 2011 22:58:59 GMT</pubDate>
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      <title>Condicionantes agroclimáticas para a ricinocultura em Rondônia: II. Região dos cerrados do sul.</title>
      <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/901465</link>
      <description>Title: Condicionantes agroclimáticas para a ricinocultura em Rondônia: II. Região dos cerrados do sul.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: RAMALHO, A. R.; GODINHO, V. de P. C.; UTUMI, M. M.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: Utilizando a metodologia de balanço hídrico climático de Thornthwaite &amp; Mather, esse trabalho preliminar objetivou predizer sobre as épocas de semeadura da mamoneira em "safrinha" nos cerrados do sul de Rondônia com menores riscos a essa potencial exploração econômica. Embora a época mais propícia para semeadura dependa dos ensaios de validação de cultivares precoces, épocas, locais e interação genótipo x ambiente, conclui-se que as condições climáticas e balanço hídrico dessa região do Estado são satisfatórios para o cultivo da mamona, de porte anão, precoce (90 a 120 dias) e tolerante às doenças fúngicas. Indicouse preliminarmente o período de semeadura entre 10/fevereiro a 10/março, embora, no final do período indicado possa apresentar déficit hídrico no estádio da maturação da mamoneira.</description>
      <pubDate>Mon, 26 Sep 2011 22:58:59 GMT</pubDate>
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      <title>Caracteres quantitativos e condicionantes da germinação em sementes de pupunheiras (raça Pampa Hermosa).</title>
      <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/901348</link>
      <description>Title: Caracteres quantitativos e condicionantes da germinação em sementes de pupunheiras (raça Pampa Hermosa).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: RAMALHO, A. R.; ALENCAR, A. da S.; SANTOS, V. F. da S.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: A pupunheira cultivada (Bactris gasipaes Kunth var. gasipaes Henderson) é uma arecácea alógama, nativa da América Tropical, domesticada pelos ameríndios. A propagação da pupunheira é predominantemente via sementes, recalcitrantes. Devido às características genéticas desejáveis, como inermidade, alta produtividade, boa qualidade intrínseca e extrínseca de palmito, populações de pupunheiras oriundas de Yurimáguas (Peru) têm sido submetidas a processos de melhoramento genético em várias instituições de pesquisa agropecuária no Brasil. Todavia, ainda há escassez de informações quanto à caracterização quantitativa das sementes. Neste trabalho, objetivou-se obter informações básicas a cerca dos principais caracteres morfológicos quantitivos das sementes quanto à massa e circunferência (longitudinal e transversal) dos endocarpos e respectivas amêndoas. Verificou-se que: a) a massa média de uma semente (endocarpo + amêndoa) foi de 1,974 g ( sx 0,020 g) com amplitude de variação de 2,950 g; circunferência unitária médio longitudinal de 18,84 mm ( sx 0,145 mm) e transversal de 13,10 mm ( sx 0,097 mm) e; b) para fins comerciais, é possível classificar sementes de pupunheira em pequenas (menor que 1,73 g), médias (de 1,74 g a 2,74 g) e grandes (mais que 2,75 g), c) o peso médio da amêndoa com 40,5% de umidade, representa cerca de 58% da massa total da semente; d) verificou-se que, a massa e o formato (longitudinal e transversal) das amêndoas podem interagir-se influenciando reciprocamente, independente do fenótipo do endocarpo.</description>
      <pubDate>Sun, 25 Sep 2011 22:58:59 GMT</pubDate>
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