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    <title>DSpace Cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPGC)</title>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/item/237</link>
    <description>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPGC)</description>
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      <title>O motor de busca Cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o</title>
      <description>Buscar o Canal</description>
      <name>buscar</name>
      <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/simple-search</link>
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      <title>Avaliação da tolerância de duas cultivares de braquiárias submetidas a doses crescentes de alumínio.</title>
      <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/951534</link>
      <description>T&amp;iacute;tulo: Avaliação da tolerância de duas cultivares de braquiárias submetidas a doses crescentes de alumínio.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Autoria: BITENCOURT, G. de A.; CHIARI, L.; VALLE, C. B. do; LAURA, V. A.; MORO, J. R.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Conte&amp;uacute;do: Forrageiras capazes de tolerar o alumínio em níveis elevados apresentam-se como uma alternativa viável para contornar um dos principais problemas das pastagens em solos ácidos. Entre as principais espécies de gramíneas forrageiras, destacam-se Brachiaria decumbens e B. brizantha, amplamente cultivadas por todo território brasileiro. Este trabalho objetivou determinar o nível de tolerância ao alumínio das cultivares B. brizantha cv. Marandu e B. decumbens cv. Basilisk usando doses crescentes desse elemento. Para tanto, perfilhos coletados das cultivares utilizadas foram submetidos a três doses de alumínio (200, 400 e 600 mM/L) em solução contendo 200 mM/L de cálcio e pH 4,2. Como controle foi utilizada uma solução sem a presença do alumínio. Após 21 dias, foram avaliados o crescimento relativo e o peso seco das raízes. As análises de variância e regressão polinomial demonstraram que na cultivar Marandu ambas as características foram linearmente decrescentes. Entretanto, na cultivar Basilisk foi observado um aumento no crescimento relativo e peso seco das raízes na dose de 200 mM/L de alumínio e os maiores valores foram observados na dose estimada em 250 mM/L. Doses maiores causaram a redução nas características avaliadas. Pode-se concluir que a cultivar Marandu é sensível a todas as doses de alumínio utilizadas e a cultivar Basilisk é tolerante ao alumínio até a dose de 250 mM/L. As cultivares Marandu e Basilisk podem, respectivamente, serem utilizadas como referência de sensibilidade e tolerância ao alumínio.</description>
      <pubDate>Tue, 26 Feb 2013 22:58:59 GMT</pubDate>
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      <title>Influência dos defeitos na qualidade intrínseca de couros bovinos.</title>
      <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/941842</link>
      <description>T&amp;iacute;tulo: Influência dos defeitos na qualidade intrínseca de couros bovinos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Autoria: JACINTO, M. A. C.; PEREIRA, M. de A.; AZEVEDO JÚNIOR, J. S. de.; TULLIO, R. R.; OLIVEIRA, A. R. de&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Conte&amp;uacute;do: Objetivou-se com este trabalho determinar a influência dos defeitos provocados por ectoparasitas (ácaros, fungos e berne cicatrizado), corte cicatrizado decorrente do manejo (risco cicatrizado) e marca a fogo, na qualidade intrínseca de couros bovinos. Todos os defeitos interferiram negativamente (P&lt;0,05) na resistência dos couros à tração. A cicatriz de berne prejudicou a resistência dos couros ao rasgamento (P&lt;0,05), e a dermatite causada por ácaro, bactéria ou fungo apresentou comportamento inverso ao esperado (P&lt;0,05), com maiores valores para as amostras que apresentavam os defeitos. Concluiu-se que os defeitos influenciam negativamente a qualidade intrínseca dos couros bovinos.</description>
      <pubDate>Sun, 09 Dec 2012 22:58:59 GMT</pubDate>
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      <title>Avaliação de diferentes métodos para extração de RNA total de folhas e raízes de braquiária.</title>
      <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/920024</link>
      <description>T&amp;iacute;tulo: Avaliação de diferentes métodos para extração de RNA total de folhas e raízes de braquiária.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Autoria: BITENCOURT, G. de A.; CHIARI, L.; VALLE, C. B. do; LAURA, V. A.; MORO, J. R.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Conte&amp;uacute;do: A extração de RNA a partir de tecidos específicos consiste no primeiro passo para estudos de expressão gênica e caracterização de transcritos. Plantas, em geral, contêm grande quantidade de compostos fenólicos e/ou polissacarídeos em seus tecidos, o que pode comprometer a extração e purificação de moléculas de RNA. O objetivo principal deste trabalho foi testar diferentes protocolos para extrair RNA total de folhas e raízes de braquiária. Sementes de Brachiaria decumbens cv. Basilisk foram germinadas e plântulas com12 dias foram utilizadas. As extrações de RNA foram feitas em duplicatas de 200 mg de amostras de folhas ou raízes pulverizadas com nitrogênio líquido. Para as extrações de RNA de folhas foram testados os reagentes Trizol® e Brazol® e para as extrações de RNA de raízes foram testados estes reagentes mais dois kits comerciais: SV Wizard Isolation RNA system (Promega®) e Invisorb Spin Plant RNA Mini Kit (Invitek®). ANOVA e teste Tukey (1% de significância) foram utilizados para comparar as médias das concentrações e de qualidade das amostras de RNA extraídas. Os resultados mostraram diferenças não-significativas entre as concentrações e a qualidade do RNA extraído de folhas pelos reagentes Trizol® e Brazol®. Entretanto, para as amostras de raízes as concentrações e qualidade do RNA isolado foram significativamente diferentes, sendo o reagente Trizol® mais eficiente. Os dois kits isolaram menores concentrações de RNA com qualidade inferir a obtida com os dois reagentes testados. Para síntese de DNA complementar (cDNA) foram testadas duas enzimas: SuperScript RTII (Invitrogen®) e M-MLV-RT (Sigma®), sendo esta última mais eficiente, pois foi possível obter maior quantidade e qualidade de cDNA, com relação a presença de contaminantes. Esses resultados podem ser considerados como ponto de partida para a execução de trabalhos sobre expressão gênica em espécies de Brachiaria.</description>
      <pubDate>Wed, 21 Mar 2012 22:58:59 GMT</pubDate>
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      <title>Relação entre a comercialização e a eficiência de acaricidas no Estado de Mato Grosso do Sul.</title>
      <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/908001</link>
      <description>T&amp;iacute;tulo: Relação entre a comercialização e a eficiência de acaricidas no Estado de Mato Grosso do Sul.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Autoria: MATIAS, J.; SOARES, M. A.; GARCIA, M. V.; BARROS, J. C.; ANDREOTTI, R.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Conte&amp;uacute;do: O carrapato-do-boi foi introduzido no Brasil em função da utilização de bovinos nas expedições exploradoras dos séculos passados representando hoje um sério problema na pecuária nacional. Os prejuízos estimados giram em torno de US$ 2 bilhões anuais e são provocados pelo estresse, perda de peso, danos no couro, transmissão de patógenos, além de gastos relacionados com o controle do parasita. O controle químico é a principal forma de tratamento, cujo uso indiscriminado favorece o surgimento de resistência. Neste trabalho, teve-se por objetivo relacionar a comercialização de produtos acaricidas com a sua eficiência no controle do carrapato-do-boi no Estado de Mato Grosso do Sul. As informações referentes à comercialização dos acaricidas foram obtidas no período de setembro a dezembro de 2010,por meio de entrevista oral com os funcionários responsáveis pelo setor de vendas das lojas agropecuárias da cidade de Campo Grande. O diagnóstico da resistência foi feito com o teste TIA na Embrapa Gado de Corte pelo Programa de Controle do Carrapato de 30 propriedades rurais. Foram testados 11 carrapaticidas nas suas formulações comerciais, representados por cipermetrina (5%) + diclorvós (45%); cipermetrina (20%) + clorpirifós (50%); cipermetrina (15%); diclorvós (60%) + clorpirifós (20%); amitraz (12,5 %); deltametrina (2,5%); diclorvós (60%) + clorfenvinfós (20%); cipermetrina (8%) + ethion (60%); clorpirifós (25%) + cipermetrina (15%) + butóxido de piperonila (15%) + citronelal (1%); e clorpirifós (25%) + cipermetrina (15%) + citronelal (1%). Os piretroides representam 60% dos produtos mais vendidos, seguidos pelos organofosforados (37,14%). Dos onze produtos testados, dois não alcançaram a eficiência recomendada pelo MAPA, acima de 95%, em nenhuma das propriedades testadas sendo que cipermetrina (15%) apresentou eficiência média de 32,22% e cipermetrina (8%) + ethion (60%), eficiência média de 54,38%. Os produtos com melhores resultados foram clorpirifós (25%) + cipermetrina (15%) + butóxido de piperonila (15%) + citronelal (1%) e diclorvós (60 %) + clorfenvinfós (20%) com eficiência média de 99,34% e 97,48%, respectivamente. Os dados sugerem uma relação direta entre produtos presentes no mercado versus resistência, enfatizando a necessidade do monitoramento dos mecanismos da resistência associado à implementação de um programa de controle estratégico de carrapatos, levando ao manejo adequado de acaricidas e uma política de fiscalização atuante por parte dos órgãos competentes com relação aos produtos químicos disponíveis no mercado para o controle do carrapato-do-boi.</description>
      <pubDate>Tue, 29 Nov 2011 22:58:59 GMT</pubDate>
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