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    <title>DSpace Collection: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CTAA)</title>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/item/97</link>
    <description>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CTAA)</description>
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    <description>Search the Channel</description>
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  <item rdf:about="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/415622">
    <title>Comportamento de triticale e trigo dos cerrados brasileiros na moagem e na produção industrial de pães, biscoitos, bolos e massas alimentícias.</title>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/415622</link>
    <description>Title: Comportamento de triticale e trigo dos cerrados brasileiros na moagem e na produção industrial de pães, biscoitos, bolos e massas alimentícias.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: PAPE, G.; BELEIA, A.; CAMPOS, J. E.; MAZZARI, M. R.; DELLA MODESTA, R. C.; FERNANDES, V. L. N.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: Foram caracterizados os comportamentos de triticale e de trigo, procedentes dos cerrados brasileiros, na moagem e a qualidade das farinhas na produção industrial de pães, biscoitos, bolos e massas alimentícias. O triticale (P. H. 73,2) foi moído sem condicionamento, obtendo-se 72,6% de extração sendo 39,0% de farinha especial e 61,0% de farinha comum. O trigo (P.H. 77,9) foi moído com 15% de umidade, obtendo-se 76,5% de extração sendo 42,6% de farinha especial e 57,4% de farinha comum. Os tempos de moagem/ton de grãos foram praticamente iguais. Pão francês, com 10 ou 20% de farinha de triticale, apresentou qualidade igual ao padrão elaborado semente com farinha de trigo comercial. Pão industrial tipo americano fabricado com 80% de farinha de trigo e 20% de triticale foi considerado bom quando se reduziu o tempo de fermentação. Foram fabricados biscoitos fermentados, salgados, doces secos e amanteigados e concluiu-se que em qualquer um destes tipos pode-se utilizar exclusivamente farinha de triticale ou de trigo dos cerrados, sendo que os biscoitos de triticale, quando comparados com o padrão industrial, apresentaram-se sempre iguais ou superiores. Bolos, com 50% de farinha de triticale e de farinha de triticale, foram considerados superiores, quanto ao sabor, em relação ao padrão industrial. Produziram-se massas alimentícias do tipo espaguete e ninho, com 20% de farinha de triticale e 80% de farinha de trigo especial (cerrados). Os tempos de cozimento, para os dois tipos de massa, foram iguais ao do padrão industrial. Quanto ao aumento de peso e volume, pelo cozimento, os espaguetes não apresentaram diferença, enquanto que, para o tipo ninho, houve diminuição significativa quando se usou farinha de triticale.</description>
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  <item rdf:about="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/415631">
    <title>Niveis de alfa amilase de farinhas de algumas cultivares de trigos brasileiros.</title>
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    <description>Title: Niveis de alfa amilase de farinhas de algumas cultivares de trigos brasileiros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: BELEIA, A.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: Farinhas de algumas cultivares de trigo provenientes de Passo Fundo, RS e de Brasília, DF, foram comparadas quanto ao rendimento de moagem, teores de cinza e proteína, viscosidade máxima e conteúdo em alfa - amilase. A média do rendimento em farinhas para os trigos do sul, 71,8%, não foi estatisticamente diferente da media do rendimento para o trigo do cerrado, 74,2%. As médias para teores de proteína e cinza, das farinhas dos trigos do sul, foram 11, 66g/100g e 0,501g/100g, respectivamente. As médias para teores de proteína e cinza, das farinhas de trigo do cerrado, foram 12,59g/100g e 0,562g/100g, respectivamente. As médias da viscosidade máxima forma 435,4 U. A. e 577,3 U. A. para farinhas de trigo proveniente do sul e do cerrado, respectivamente. As médias das atividades enzimáticas das farinhas foram 10,3 m/min/g e 7,0 m/min/g, para farinhas de trigo provenientes do sul e do cerrado, respectivamente. A diferença entre as médias para atividade enzimática, de nove cultivares plantadas nos dois locais, foi estatisticamente significativa, sendo maior no sul que no cerrado, O coeficiente de correlação entre o logaritmo das viscosidade máxima e a atividade enzimática foi de -0,828, estatisticamente significativo ao nível de 1%, para o total de amostras examinadas. O coeficiente de correlação entre o nível de proteína e viscosidade máxima não foi estatisticamente significativo. .</description>
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  <item rdf:about="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/415621">
    <title>Estudo sensorial e nutricional de diferentes cultivares de soja de 6 regiões brasileiras. I. Estudo de absorção de água.</title>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/415621</link>
    <description>Title: Estudo sensorial e nutricional de diferentes cultivares de soja de 6 regiões brasileiras. I. Estudo de absorção de água.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: DELLA MODESTA, R. C.; GARRUTTI, R. S.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: O estudo das cultivares Santa Rosa, Davis, Paraná, Bossier, IAC-2, IAC-4, IAS-4, UFV-1, Viçosa e Bragg dos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul (safra 78/79) foi estabelecido para determinar o tempo adequado e a quantidade de água absorvida durante maceração em água. A absorção máxima ocorreu em diferentes tempos de maceração nos diferentes estados para as diversas cultivares, embora não tenham apresentado diferença significativa (P&lt;0,05) entre elas. Em geral foram necessárias 10 a 20 horas de tempo mínimo de maceração; Bossier (MS); Viçosa e Bossier (SP), e UFV-1 (SP e GO) necessitaram menos que 10 horas de maceração, enquanto Davis (PR), IAC-2 e Bragg (GO), e Santa Rosa (RS) precisaram mais que 12 horas de maceração. Houve diferença significativa (P&lt;0,05) para a media da absorção de água entre cultivares em cada estado, com exceção de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, e também entre estados. As cultivares Santa Rosa, Paraná, Bossier e UFV-1, quanto a absorção no tempo mínimo de maceração e a media do total da absorção, tiveram comportamento semelhantes nos diferentes locais em que foram produzidas (SP, RS, PR e GO).</description>
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  <item rdf:about="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/415635">
    <title>Fubá de milho branco cru e pré-gelatinizado por extrusão, em mistura com farinha de trigo, para a produção de pães. II. Qualidade e avaliação tecnológica dos pães obtidos.</title>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/415635</link>
    <description>Title: Fubá de milho branco cru e pré-gelatinizado por extrusão, em mistura com farinha de trigo, para a produção de pães. II. Qualidade e avaliação tecnológica dos pães obtidos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: MAZZARI, M. R.; COELHO, D. T.; PAPE, G.; KIBUUKA, G. K.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: Realizou-se no Laboratório de Cereais do Centro de Tecnologia Agrícola e Alimentar (CTAA ) e no Departamento de Tecnologia de Alimentos (DTA) da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Viçosa -MG, pesquisa visando o emprego do fubá de milho branco, cu.tivar CMS XM604, desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo (CNPMS), Sete Lagoas - MG, em substituição à farinha de trigo, na produção de pães. Fubá cru e pré-gelatinizado por extrusão bem como três farinhas de trigo de mistura diferentes (90:10, 50:50 e nacional) constituíram as matérias-primas deste experimento. Pela avaliação dos pães obtidos com as farinhas de trigo e fubás, baseada no volume e nos escores atribuídos às características externas, internas e organolépticas, verificou-se que níveis crescentes de adição de fubá reduziram gradativamente sua qualidade. As três farinhas de trigo produziram pães de qualidade regular, com até 10% de substituição pelo fubá cru. A extrusão apresentou vantagem para as farinhas de trigo 90:10 e nacional, tendo mostrado, para o nível em questão, pães de boa qualidade.</description>
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