<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/">
  <channel>
    <title>DSpace Collection: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPAP)</title>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/item/405</link>
    <description>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPAP)</description>
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li resource="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/954355" />
        <rdf:li resource="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/954362" />
        <rdf:li resource="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/948663" />
        <rdf:li resource="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/948598" />
      </rdf:Seq>
    </items>
  </channel>
  <textInput>
    <title>The Collection's search engine</title>
    <description>Search the Channel</description>
    <name>search</name>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/simple-search</link>
  </textInput>
  <item rdf:about="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/954355">
    <title>Estrutura trófica da comunidade de peixes de riachos da porção oeste da bacia do Alto Paraná.</title>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/954355</link>
    <description>Title: Estrutura trófica da comunidade de peixes de riachos da porção oeste da bacia do Alto Paraná.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: COSTA-PEREIRA, R.; ROSA, F. R. da.; RESENDE, E. K. de&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: O conhecimento ecológico de peixes de riachos brasileiros ainda possui lacunas. Apesar dos muitos estudos ictiológicos na Bacia do Alto Rio Paraná, poucos foram conduzidos em córregos da região Centro-Oeste, uma das mais ameaçadas pela expansão agropecuária. Este estudo é resultado da compilação dos dados de amostras obtidas em riachos da porção Oeste da Bacia do Alto Rio Paraná. Nosso objetivo é analisar a dieta da ictiofauna e alocar as mais abundantes em guildas tróficas. Selecionamos 343 indivíduos de 44 espécies de peixes de 35 riachos nas sub-bacias dos rios Ivinhema, Pardo e Sucuriú, além de riachos que deságuam diretamente no rio Paraná. As 22 espécies mais abundantes foram classificadas em seis grupos tróficos: insetívoros bentônicos, onívoros generalistas, insetívoros, carnívoro com tendência à piscivoria, onívoros com tendência à herbivoria e iliófago-detritívoros. A classificação trófica de cada espécie na literatura foi revisada e discutida. Diferenças na composição da dieta e inclusão em guildas entre estudos foram frequentes, o que provavelmente se relaciona ao generalismo e a plasticidade trófica típicos de peixes de riachos. Nesse contexto, sugerimos que estudos de dieta em riachos tenham escalas espaciais, temporais e ontogenéticas amplas, e que a classificação de espécies em guildas a priori não é aconselhável.</description>
  </item>
  <item rdf:about="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/954362">
    <title>Diversidade de tuviras comercializadas como iscas vivas pelas comunidades do Porto da Manga e Codrasa, Corumbá, MS.</title>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/954362</link>
    <description>Title: Diversidade de tuviras comercializadas como iscas vivas pelas comunidades do Porto da Manga e Codrasa, Corumbá, MS.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: MARQUES, D. K. S.; CALHEIROS, D. F.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: A pesca é uma das principais atividades econômicas no Pantanal do Mato Grosso do Sul. Na década de 1990, o setor turístico pesqueiro cresceu expressivamente, gerando demandas por serviços especializados, como a captura de iscas vivas. Desde então, diversas comunidades de pescadores profissionais artesanais têm sua principal fonte de renda baseada na captura de iscas vivas destinadas principalmente ao setor turístico pesqueiro. O principal produto são as tuviras (Gymnotiformes), representando mais de 70% da captura anual de iscas vivas. Entretanto, nesta região não há conhecimento sobre a diversidade de espécies da Ordem Gymnotiformes que são exploradas comercialmente. Em outras palavras, não se sabe quantas espécies de tuviras são utilizadas como iscas vivas. Assim, esta pesquisa visou responder a essa dúvida. Adquirimos amostras a partir dos peixes estocados para venda pelas comunidades do Porto da Manga e da Codrasa, no município de Corumbá, MS. Utilizando iniciadores de tetranucleotídeos repetidos (GGAC)4 e empregando a técnica SPAR (Single Primer Amplification Reaction), encontramos quatro padrões de bandas, correspondentes às espécies Gymnotus paraguensis, G. pantanal, G. sylvius e G. inaequilabiatus. Assim, agora sabemos que esses pescadores exploram comercialmente quatro espécies de tuviras e não duas como constam na legislação vigente. Tal conhecimento pode auxiliar na construção de estratégias de conservação e uso sustentável deste recurso natural no Pantanal.</description>
  </item>
  <item rdf:about="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/948663">
    <title>Fitossociologia de um campo cerrado no Pantanal da Nhecolândia, Corumbá, MS.</title>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/948663</link>
    <description>Title: Fitossociologia de um campo cerrado no Pantanal da Nhecolândia, Corumbá, MS.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: CASTRO, W. J. P.; SALIS, S. M. de.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: Os campos cerrados há muito tempo vêm sendo ocupados para a criação extensiva de gado bovino no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Apesar da grande importância dessa fisionomia para a pecuária na região, ainda são poucos os estudos de estrutura e composição florística nesse tipo de fisionomia. Desse modo, este trabalho teve como objetivo realizar um levantamento florístico e fitossociológico das espécies lenhosas de uma área de campo cerrado na fazenda Nhumirim, sub-região da Nhecolândia. As amostragens da vegetação foram feitas pelo método de quadrantes móveis, sendo incluídos somente indivíduos com diâmetro ao nível do solo (DAS) &amp;#8805; 1 cm. Os parâmetros fitossociológicos foram estimados com auxílio do programa FITOPAC 1, além das similaridades florística (Índice de Jaccard) e proporcional da área. Registrou-se 187 indivíduos pertencentes a 23 espécies, 22 gêneros e 17 famílias. A densidade total foi de 1.670 indivíduos/hectare. A altura média dos indivíduos foi de 1,6 m, com amplitude de 0,4 m a 7,5 m. As espécies com maior Índice Valor de Importância e número de indivíduos foram Annona dioica, Byrsonima cydoniifolia e Mouriri elliptica (81, 39 e 13 indivíduos, respectivamente). A área estudada apresentou um baixo índice de similaridade florística quando comparada com as áreas de campo cerrado nas sub-regiões de Poconé e Paiaguás no Pantanal (MS e MT, respectivamente). No entanto, a similaridade proporcional foi maior, evidenciando semelhança na estrutura das formações vegetais comparadas, três das cinco áreas comparadas apresentaram índices acima de 30%, sendo Byrsonima cydoniifolia a principal espécie que contribuiu para a essa similaridade. Tanto no Paraná como em São Paulo os valores para ambos os índices foram mais baixos do que os encontrados na comparação com as sub-regiões do Pantanal. Na área de campo cerrado estudada Annona dioica, Byrsonima cydoniifolia, Mouriri elliptica foram as espécies mais importantes, sendo a área considerada pobre em relação à riqueza de espécies quando comparada com outras áreas de campo cerrado.</description>
  </item>
  <item rdf:about="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/948598">
    <title>Sistema de controle de pesca de Mato Grosso do Sul SCPESCA/MS 17 - 2010.</title>
    <link>http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/948598</link>
    <description>Title: Sistema de controle de pesca de Mato Grosso do Sul SCPESCA/MS 17 - 2010.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Authors: ALBUQUERQUE, S. P.; CATELLA, A. C.; CAMPOS, F. L. R.; SANTOS, D. C. dos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Description: Neste boletim encontram-se as informações sobre a pesca profissional e esportiva coletadas e analisadas pelo Sistema de Controle da Pesca de Mato Grosso do Sul (SCPESCA/MS) no ano de 2010. Os dados obtidos são provenientes do pescado capturado em toda a Bacia do Alto Paraguai em Mato Grosso do Sul e vistoriado pela Polícia Militar Ambiental/MS. Foi registrado um total de 362 t de pescado, das quais 193 t (53%) foram capturadas pela pesca profissional e 169 t (47%) pela pesca esportiva. As espécies mais capturadas foram: pintado Pseudoplatystoma corruscans (73 t, 21%), cachara Pseudoplatystoma reticulatum (69 t, 20%) e pacu Piaractus mesopotamicus (49 t, 14 %). Os rios que mais contribuíram foram o Paraguai (156 t, 44%) e o Miranda (115 t, 33%). O número total de pescadores profissionais registrados aumentou de 2008 (1.190) para 2009 (2.064) e novamente em 2010 (2.336). Esse aumento correspondeu, sobretudo àqueles que efetuam pequenos desembarques (menores que 110 kg), os quais foram sub-amostrados anteriormente, e que acorreram ao sistema para renovação da documentação de pesca. Esse fato acarretou redução da mediana mensal de desembarque da categoria, que variou entre 22,00 e 61,25 kg/pescador.viagem e do período de duração das viagens, que variou entre 5 e 8 dias de pesca. Por outro lado, o rendimento mediano mensal da pesca em 2010 manteve-se dentro da faixa dos anos anteriores, variando de 6,16 a 11,55 kg/pescador.dia. Neste ano, a cota de captura permitida para a pesca esportiva permaneceu em 10 kg mais um exemplar de qualquer peso e até cinco exemplares de piranhas. Um total de 14.092 pescadores esportivos visitou a região, provenientes, principalmente de São Paulo (51%), Paraná (19%) e Minas Gerais (8%) com maior concentração nos meses de setembro e outubro. Esses pescadores realizaram viagens com duração de 4 a 5 dias de pesca, capturando entre 10,60 e 12,60 kg/pescador.viagem, com rendimento entre 2,33 e 3,07 kg/pescador.dia.</description>
  </item>
</rdf:RDF>

